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A melhor forma de assimilar conhecimento


29

out
Publicado por Bernardo Pina na categoria Desenvolvimento pessoal




Você sabe qual é a melhor forma de assimilar conhecimento? Quando você precisa estudar sobre algum assunto, o que você procura primeiro? Um livro, uma pessoa para explicar, tenta aprender sozinho usando sua própria lógica ou tudo junto?

Existem várias formas para se aprender alguma coisa (seja o que for), mas sempre tem uma forma que é mais eficiente que todas as outras nos fazendo entender e aprender muito mais rápido. Eu, por exemplo, não consigo aprender apenas lendo livros. O método que mais funciona comigo é ler sobre o que eu quero aprender e depois parar para entender e fixar melhor o que foi lido. Conversar com outras pessoas e realizar testes (dos mais variados) também faz parte apesar de não ser o foco.

Saber qual é a forma que te permite aprender mais rapidamente vai te ajudar muito. Temos uma redução considerável de horas de treinamento e estudo se nós já soubermos como fazer isso.

Logo abaixo, estou citando os principais tipos de memória. Sabendo onde você se encaixa, você poderá dar um foco maior às atividades correspondentes. Leia, entenda e descubra qual se aplica a você.

Memória visual

Os nossos sentidos estão íntimamente relacionados à eficiência do nosso aprendizado. A visão é um dos sentidos mais utilizados para aprendermos sobre algo.

Quando estamos estudando para uma prova, por exemplo, é muito comum guardarmos a informação em forma de imagem. Quando precisarmos responder uma questão da prova, iremos buscar a imagem da página do livro ou do quadro negro onde lemos a informação necessária. Iremos lembrar vários dados do local físico onde estudamos tal como cor da letra, a fonte da letra, localização da informação, imagens laterais, etc.

Considero esse tipo de memória uma das mais eficazes para guardar informações pois armazenamos a informação que desejamos e também informações paralelas.

Memória auditiva

A memória auditiva é usada quando você ouve uma palestra, por exemplo. Nesse caso, as informações passadas pelo palestrante são melhor assimiladas pelo seu cérebro pois estão associadas ao entendimento do que foi dito (já que o palestrante está lá para te fazer entender e não para apenas jogar informações na sua mente).

Tal como a memória visual, você armazena junto com a informação desejada, outras informações físicas paralelas. Voltando ao exemplo da prova, para lembrar a resposta de uma questão, você pode recorrer à memória auditiva para lembrar do que um professor falou durante a aula. Você também irá lembrar da voz, da entonação, do sentimento que você teve ao ouvir, etc.

Memória empírica

Bom, primeiramente você sabe o que é empirismo?

“Na filosofia, Empirismo é um movimento que acredita nas experiências como únicas (ou principais) formadoras das idéias, discordando, portanto, da noção de idéias inatas.”

A memória empírica é também chamada de “experiência de vida”. É aquela memória que vem de alguma experiência (boa ou ruim) sofrida por uma pessoa. Quando você passa por uma situação de vida que é importante de alguma forma, você vai se lembrar facilmente dela. Esse tipo de memória normalmente não podemos controlar pois não controlamos quando iremos passar por alguma dessas experiências. O que podemos fazer é tirar o máximo de proveito possível pensando nos pontos altos e baixos do que aconteceu.

Existem outros tipos de memória mas eu resolvi citar apenas os mais comuns. Você se encaixa em algum desses tipos acima?






Quem escreve?
Bernardo Pina
Graduado no curso de Ciência da Computação do Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), trabalha como consultor de tecnologia da informação. Também gosta de escrever sobre desenvolvimento pessoal e tecnologia (claro) nas horas vagas.

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13 comentários
LuRsT escreveu:
29/10/2007 às 15:10   

Sim, eu acho que me encaixo mais no de memória visual, e um pouco dos outros dois também. Acho que memória empírica é a que fica mais fácilmente guardada em toda a gente, mas é também a mais difícil de se conseguir alguma oportunidade de usá-la.

Abraço

Bernardo Pina escreveu:
29/10/2007 às 16:10   

Discordo que seja a mais difícil de se conseguir oportunidades para aplicá-la. Pelo contrário… Toda a sua experiência de vida é aplicada em muitas das suas ações diárias. A sua experiência não vai te dar base para lidar somente com assuntos relacionados. Muitas vezes (sim, muitas mesmo) essas bases se extendem para diversas outras coisas.

LuRsT escreveu:
29/10/2007 às 16:10   

SIm, é verdade, mas o que eu queria dizer era que por exemplo, você está aprendendo como contruir um servidor. Mas não tem as peças, aí não dá ganhar experiencia, só podemos estudar pelos livros.

Abraço

Bernardo Pina escreveu:
29/10/2007 às 16:10   

Certo… Entendi seu ponto de vista. Mas lembre-se que os livros foram escritos baseando-se na experiência do autor. Se ele também aprendeu em livros e os livros que ele leu também se basearam em outros livros… Onde vamos parar? Quem começou e como começou esse ciclo todo? =D

Abraços!

LuRsT escreveu:
29/10/2007 às 17:10   

Foi a experiência :D! A mãe de todo o conhecimento. Vai chegar a escrever mais sobre os outros tipo de inteligencia?

Abraço

Bernardo Pina escreveu:
29/10/2007 às 17:10   

Não pretendo, por agora, falar sobre os outros tipos de memória. Eles dificilmente serão de grande utilidade (ao contrário dos citados acima) na hora de estudarmos mais sobre algum assunto. Mas se você está curioso e gostaria de pesquisar sobre isso, aqui seguem os outros tipos de memória: memória olfativa, memória gustativa e memória táctil (tato e escrita).

Abraços!

Carlos Mello escreveu:
30/10/2007 às 14:10   

sempre lembrando que, para aprender alguma coisa você deve antes de mais nada construir e visualizar o seu objetivo previamente (se o que vocÊ esta buscando ou tentando entender está muito complexo, procure algo que seja mais simples para depois tentar entender o contexto) inicie sempre do mais simples para o mais complexo ( não adianta ensinar uma criança a somar se ela ainda nao tem noção de volume)
e procura utilizar os três métodos citados pelo bernardo, cada forma de aprendizagem é compreende o mesmo fato de um outro angulo.

Carlos Mello escreveu:
30/10/2007 às 14:10   

Só complementando sobre as memórias, quanto mais você utilizar as memórias mais você cria conexoes entre uma área do cerébro e outra, treinando bem o visual, auditivo, cinestésico, olfativo, tatil e gustativo, mais fácil você aprenderá qualquer outra coisa. E também a memória é sub-dividida em curta, média e longa, ou seja, não adianta gravar tudo de uma vez só, a aprendizagem tem de ser gradual e sistemática, tendo que passar pelos três processos.

Desculpa a minha mEtidEz no assunto, mas eu acho q quando todos colaboram é que o conhecimento ultrapassa as barreiras

Bernardo Pina escreveu:
30/10/2007 às 14:10   

Carlos, fique a vontade para fazer complementos aos posts. Gosto muito dessa interatividade…!

Abraços

[...] Leia matéria na íntegra aqui [...]

28/11/2007 às 16:11   

Bom, me chamou atenção esse post nos mais comentados…
Muito coerente sua visão deste conceito que é utilizado dia-a-dia.
Digo que no exemplo em sala de aula estou meio escaço, pois tenho um custuminho feio de não comparecer às aulas hehehe, mas na memória audiovisual utilizo bastante em livros e observando as pessoas comentarem sobre determinados assuntos onde aprendo muito no entanto, a empírica é a que prevalece pois quem não se ferrou para aprender? hehehehehe

Bernardo Pina escreveu:
28/11/2007 às 23:11   

A empírica é uma enorme fonte de aprendizado. O único problema é que vc tem que errar para aprender o certo. =D

Camila escreveu:
02/03/2008 às 23:03   

Mas e o método de associações? é um ótimo método de estudo não é?
Comente mais sobre este método, pois é bom mas tbém difícil, são muitas “coisas” p guardar!
Um abraço!!!



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