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19

dez
Publicado por Bernardo Pina na categoria Mercado de trabalho

Essa é uma pergunta muito comum para muitas pessoas. Os formandos de segundo grau são os que mais a vivenciam, pois essa é a época de suas vidas que estarão ingressando no seu primeiro curso de faculdade.

Descobrir a sua vocação não é uma tarefa fácil, mas existem algumas coisas que você pode fazer que irão auxilia-lo no processo. Quero hoje promover alguns questionamentos que, na euforia do processo, podem acabar não vindo à sua mente. Veja abaixo:

  1. No segundo grau, você gostava mais de matemática ou português?
    Essa pergunta ajuda muito quando você está sem nenhum rumo.
    A partir dela, é possível especular qual é a tendência de uma pessoa: humanas e exatas. Se seu foco for para a área de humanas, é bem possível que você goste mais de português. Se for mais para a área de exatas, matemática. Dessa forma é possível restringir a gama de opções.
    É claro que temos um furo aqui, pois pessoas da área de saúde podem ter inclinações para qualquer uma das duas áreas citadas acima e ainda assim, ter vocação para a área de saúde. Mas se você sabe que não quer um curso voltado para essa área, esse questionamento lhe será bem útil.
  2. O que você realmente gosta de fazer?
    Cada pessoa tem a sua preferência sobre as suas atividades de lazer. Essas atividades, na minha humilde opinião, são responsáveis pela escolha de muitas pessoas. Pense no que você realmente gosta de fazer, se imagine tendo que fazer isso para outras pessoas e descubra se você vai ter paciência.
  3. O que você faz bem feito?
    Se a pergunta acima não soluciona seu problema, pense também nas coisas que você faz bem feitas. Num trabalho, nossos superiores desejam que as atividades sejam cumpridas da melhor forma possível e com a maior rapidez possível. Se você já faz alguma coisa bem feita, você já terá um grande diferencial na concorrência.
  4. O que você deveria fazer para mostrar quem você é realmente?
    Creio que essa pergunta passou e passa pela cabeça dos grandes artistas. O ideal da arte é transmitir a outras pessoas, quem você é e o que você pensa sobre determinados assuntos. Se algum dia essa pergunta passou pela sua cabeça, pense com carinho em alguma forma de arte, pois sua vocação pode estar lá.
  5. Do que o mundo precisa?
    Para os mais idealistas, o que realmente importa é melhorar o mundo. Existe muito que ser mudado e, auxiliado pelas perguntas acima, pense no que você pode fazer para melhorar a vida das pessoas à sua volta.

Minha proposta aqui não é fazer um teste vocacional. Quero apenas instigar sua mente a funcionar de maneira eficiente para que você possa fazer a escolha certa para a sua vida.

Se você já passou por esse processo, conte para nós como você tomou essa decisão!

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14

dez
Publicado por Bernardo Pina na categoria Negócios

Atenção: Posteriormente à criação desse artigo, criei um outro artigo mais completo e mais detalhado sobre Sociedade Anônima. Se desejar, clique aqui para acessá-lo.

Você já se perguntou o que é aquele S/A, SA ou S.A. na logomarca de alguma empresa? Sabe o que é uma sociedade anônima? Quais os tipos que existem? Tenho um conhecido que tem muita vontade de abrir o próprio negócio e ontem me fez essa pergunta.

Vamos lá!

Uma sociedade anônima é uma natureza jurídica regulamentada pela lei nº. 6.404/1976. É apenas um dentre vários tipos de constituição de empresas.

A sua principal característica é que o seu capital é dividido em ações. Essas ações podem ser compradas e vendidas sem a necessidade de escrituras públicas ou ato notorial.

Existem dois tipos de sociedades anônimas:

  1. Sociedade Anônima de Capital Aberto
    Aqui a idéia é gerar capital liberando a venda de ações para o público em geral. Dependendo do tipo de ação negociada, é uma forma de levantar capital sem grandes impactos para a empresa.
  2. Sociedade Anônima de Capital Fechado
    Aqui o capital também é dividido em ações. A diferença é que essas ações serão somente distribuídas internamente. São essas pessoas que irão levantar capital para a empresa.

Existe muito mais o que ser dito sobre as sociedades anônimas, mas o básico está aí. Complementos, críticas e sugestões são bem-vindas. =)

Aos poucos vou colocando as outras naturezas jurídicas das empresas e explicando um pouco mais de cada uma para vocês, ok?

Atualização: Devido às reclamações de algumas pessoas sobre a falta de mais conteúdo, criei um novo artigo com mais detalhes sobre esse tipo de empresa. Clique aqui para acessá-lo.

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11

dez
Publicado por Bernardo Pina na categoria Finanças e Investimentos

O mercado acionário tem atraído muitos investidores iniciantes, pessoas que arriscam milhares de reais e algumas vezes não tem idéia do terreno onde estão pisando. Não é fácil fazer dinheiro, ainda mais com ações. É necessário muito estudo, muita análise e um mínimo de conhecimento sobre especulação.

“Mas afinal, o que é isso?”

A meu ver, a especulação é um dos pilares de influências sobre os valores das ações. É nada mais, nada menos, que a previsão que os investidores fazem sobre uma determinada ação.

Quando uma pessoa bem preparada se interessa em comprar uma ação, se interessa por algum motivo. O primeiro passo depois do interesse é pesquisar se esse motivo procede procurando informações gerais sobre a empresa a fim de formar uma opinião sobre ela ter ou não um futuro promissor.

“E como a opinião das pessoas influencia no preço das ações?”

Lei da oferta e da procura. Conhece?

No caso das ofertas públicas de ações, a quantidade de ações a serem liberadas é fixa. O que varia é a quantidade de pessoas interessadas. Essas pessoas se baseiam nas suas especulações sobre o futuro da ação e quanto mais pessoas preverem um futuro promissor, mais irão querer comprar. O que acontece? O preço sobe.

É por isso que geralmente, IPO’s (Initial Public Offer ou Oferta Pública Inicial) são bons negócios. Muitos investidores esperam para ver como o mercado vai reagir a essas novas ações e só depois compram (ou não) as ações. E o preço sobe novamente…

Resumindo: especulação sobre o mercado acionário e financeiro está diretamente ligada à previsões sobre instituições, sobre possíveis acontecimentos, sobre pessoas envolvidas, etc. Tudo o que diz respeito ao que você quer saber.

Difícil? É. Mas eu nunca disse que era fácil.

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7

dez
Publicado por Bernardo Pina na categoria Mercado de trabalho

Não tem jeito. Quando entramos no mercado de trabalho, queremos mudar o mundo! A nossa inexperiência nos guia por caminhos tortuosos cheios de pedras onde muitas vezes pisamos em falso e caímos. Cada pedra deixa um calo, calo esse que irá nos ensinar aos poucos onde devemos pisar e qual a melhor forma de pisar.

Logo abaixo, estou citando erros muito comuns cometidos por novatos em diversas áreas. Se você está ingressando no mercado de trabalho agora, leia atentamente e absorva a experiência dos outros.

  1. Vender para as pessoas erradas
    É óbvio que vender é muito importante, mas será que é importante vender qualquer coisa para qualquer pessoa?
    Usamos muito o jargão “Vender geladeira (ou picolé) para esquimó”. Por que o usamos? Porque o cara lá no pólo norte NÃO PRECISA disso. Mesmo que alguém consiga vender, o que ele irá fazer com uma geladeira? Basta deixar qualquer coisa que ele deseje gelar do lado de fora da sua casa por 10 minutos e pronto, problema resolvido.
    Você tem que saber para quem vende. Procure saber qual é o nicho do seu produto, qual tipo de cliente ele irá atender melhor e se foque neles.
  2. Gastar muito dinheiro
    Muita gente pensa que quanto mais investimento fizermos, maior e mais rápido vai crescer o nosso negócio. Certo e errado. Muito dinheiro na mão de uma pessoa inexperiente só vai gerar dívidas enquanto muito dinheiro na mão de uma pessoa experiente gera um negócio tão grande quanto foi o seu investimento (ou, dependendo do nível de experiência, até maior).
  3. Gastar pouco dinheiro
    Também é um erro ser pão-duro com o seu dinheiro. Muitas oportunidades podem ser perdidas porque alguém não quis gastar seu precioso dinheiro. Quando houver dúvida sobre a eficiência do gasto, converse com pessoas mais experientes. Elas são as suas melhores fontes de informação.
  4. Mascarar-se
    Muitas empresas com somente um funcionário referem-se a si mesmas como “nós”. Isso é algo que muitos novos empreendedores fazem, mas que é completamente desnecessário.
    Tenha orgulho de oferecer produtos e serviços de qualidade tendo uma empresa com somente um funcionário.
  5. Assumir que um contrato assinado será honrado
    Nem todo mundo é honesto. Um contrato assinado não quer dizer nada quando você tem bons advogados. Ainda mais se o seu contrato não for bem feito, evitando brechas e falhas.
    Cuidado…
  6. Ser muito profissional
    Ser profissional é uma coisa boa, o problema é o exagero. Às vezes quando você exagera na dose, pode transmitir um ar impessoal demais. Há vezes que o cliente quer sugestões, quer opiniões, quer que o vendedor seja gente e não um robô.

Bom, esses são apenas alguns exemplos de erros que os novatos cometem. Entrar no mercado de trabalho com uma atenção maior à esses problemas pode ser a diferença entre você e o colega da baia do lado. Fique atento!

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5

dez
Publicado por Bernardo Pina na categoria Outros

Essa palavra tem estado cada vez mais na boca do povo, principalmente das grandes empresas e corporações. Mas afinal, o que é isso? Muitas pessoas acabam adquirindo um conceito errado de sustentabilidade, muitas vezes por explicações não tão claras tais como o que eu achei no Wikipedia:

Sustentabilidade é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana.

“Ok, agora traduz para mim.”

A sustentabilidade preza a eficiência das coisas do presente sem prejudicar a eficiência das coisas no futuro. Ou seja, se produzimos algo hoje, temos que arranjar uma forma de produzi-la sem que isso gere impactos negativos para a produção no futuro (curto a longo prazo). Segundo o Relatório de Brundtland (1987), sustentabilidade é: “suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas”.

Legal, não? O problema é que quando pensamos em “viabilizar a produção no futuro”, muita gente associa o conceito de sustentabilidade à preservação ambiental. Apesar de englobar essa questão do meio-ambiente, não se trata apenas disso. Existem vários aspectos a serem observados. A meu ver, a sustentabilidade tem muitas questões de ética profissional e ambiental misturadas com métodos eficientes de produção.

“Ética, Bernardo? Nunca pensei em associar sustentabilidade com ética. Explique-se!”

Podemos fazer essa associação em vários pontos. Veja abaixo alguns pontos relacionados à ética e aos métodos de produção:

  1. Aspecto ambiental (Ética)
    Você acha justo nós consumirmos os recursos do meio-ambiente sem renová-los? Ou pior, consumir os não renováveis? Como irão ficar as nossas futuras gerações?
    Hoje, a nossa sociedade está se importando cada vez mais com isso. Na minha humilde opinião, esse senso vem da ética que temos.
  2. Aspecto econômico (Produção)
    O objetivo de toda empresa/corporação é gerar lucro, certo? Toda empresa tem que se preocupar com o aspecto financeiro, em como gerar mais dinheiro do que gastar. Existem várias formas de se fazer isso, mas só para exemplificar vou citar um exemplo de sustentabilidade econômica que eu vi em algumas empresas que eu já trabalhei.
    Eu sou analista de sistemas e trabalhei em algumas fábricas de software que forneciam blocos para anotações feitos com papéis que iam para o lixo. Sabe aquele papel que nós imprimimos somente a frente e que depois de uma semana íamos jogar fora? Pois é, junta-se um maço de papéis desse tipo e faz-se um bloco de anotações. Essa é uma forma de economizar dinheiro e de evitar que mais árvores sejam derrubadas à toa.
  3. Aspecto social (Ético)
    O aspecto social da sustentabilidade se foca no bem-estar das pessoas. Se nos preocuparmos com isso, essas pessoas tendem a ser pessoas melhores e a pensar da mesma forma que nós.
    Nos preocupando com os nossos funcionários, por exemplo, incentivamos eles a serem da mesma forma com seus empregados (por exemplo, empregadas domésticas, jardineiros, …), com seus amigos, com seus conhecidos, etc.
    Isso fora que empregado feliz faz a empresa lucrar mais. ;)
  4. Aspecto cultural
    A cultura é fundamental para as nossas vidas. Quando falamos em cultura aplicada à sustentabilidade, nos perguntamos que tipo de incentivo cultural a sua empresa dá para os funcionários?
    Ainda vejo muito poucas empresas se preocupando com isso, mas acho muito legal quando vejo (sim, acredite… eu já vi!) algumas empresas premiando funcionários com viagens, livros e entradas para cinema/teatro. Além de incentivar o funcionário a trabalhar mais para ganhar os prêmios, você está contribuindo para que o funcionário se torne uma pessoa mais culta e mais inteligente. E com isso, creio que nosso senso ético aumente e todos os outros aspectos acima sejam beneficiados.

Ser sustentável é um meio de vida, tanto no aspecto profissional quanto no pessoal. Colocando a parte o lado profissional, o que você faz na sua vida para ser sustentável?

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29

nov
Publicado por Bernardo Pina na categoria Negócios

Este é um artigo do blog lifehack.org, traduzido e adaptado por mim. Gostei muito da idéia e da analogia do texto e quis compartilhar com vocês. 

Não é brincadeira! A idéia desse post veio quando via anúncios do último filme da série “Piratas do Caribe”. Me lembrou de um tema que existe em todos os filmes de piratas e que pode ser aplicado ao mundo dos negócios.

Um pirata não é o seu barco

Piratas são os cães do submundo. Muitas vezes tem um navio de qualidade menor (ou produto, ou serviço) e para compensar, tem que ser mais criativos e mais inteligentes ao lidar com seus oponentes. Eles vêem seus navios como um meio de derrotar o oponente, capturando ou afundando os barcos inimigos. E você? Como você vai atrás dos seus inimigos?

Piratas são rápidos

Devido à maioria das suas embarcações terem sido roubadas ou “adquiridas”, piratas normalmente têm embarcações menores e rápidas. Mas como faltavam grandes armas, normalmente acabavam destruídos. Flexibilidade acaba sendo um dos pontos principais nos negócios de um pirata, flexibilidade casada com esperteza e adaptabilidade.

Piratas são um time

Na pesquisa para criar este post, fui surpreendido ao descobrir que os capitães dos piratas não tinham a palavra final, como mostram os filmes. Na verdade, a maioria dos navios de piratas eram comandados democraticamente. O capitão fica com mais ou menos metade do tesouro, mas sua palavra não carrega nenhum peso a mais em votações oficiais da tripulação. No mundo dos negócios, o CEO é visto como o líder, mas a organização só funciona quando todos participam. A analogia se quebra um pouco quando tento imaginar meu CEO andando sobre uma prancha, mas diretores bravos com a performance do CEO caem (piadinha horrível) muito bem nesta cena.

Os saques e perseguições dizem respeito unicamente aos resultados. Eles não são pagos se não derem duro no trabalho. Se você é um pirata, você está se empenhando para atingir grandes metas. Há perigos, riscos e várias formas do trabalho não dar certo.

O único ponto negativo que eu encontrei nessa história toda é que os piratas são terríveis ao organizar suas informações. Alguma coisa ruim havia de ter, não?
Texto meio anormal, eu admito, mas às vezes algumas idéias nos pegam e nos movem para outros ângulos que não tínhamos considerado antes. E então? Você é um pirata ou é a presa?

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