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	<title>Produzindo.net &#187; Gabriel Barboza</title>
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	<description>Mercado de trabalho, empreendedorismo e organização na sua vida!</description>
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		<title>Home Office &#8211; Como trabalhar em casa</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 13:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Barboza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[A internet trouxe muitos benefícios para o trabalho de escritório, mas um deles é muito bacana: a não necessidade da presença física do profissional para desenvolver um trabalho. Em outras palavras, alguns tipos de trabalho você pode fazer de qualquer computador com internet e enviar por email, seja da sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet trouxe muitos benefícios para o trabalho de escritório, mas um deles é muito bacana: a não necessidade da presença física do profissional para desenvolver um trabalho. Em outras palavras, alguns tipos de trabalho você pode fazer de qualquer computador com internet e enviar por email, seja da sua casa, do escritório, de uma <em>lanhouse</em> ou até de seu notebook em uma cafeteria.</p>
<p>Isso impulsionou bastante a consolidação de profissionais autônomos e <em>freelancers</em>, que podem fazer um trabalho pontual para sua empresa em alguma área. E estes trabalhadores muitas vezes desempenham seus trabalhos até mesmo de suas casas, para diminuir custos com infraestrutura.</p>
<p>Mas a pergunta que não quer calar é a seguinte: <em>&#8220;Será que dá certo trabalhar em casa?&#8221;</em></p>
<p><a href="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2012/01/home-office.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4381" title="home-office" src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2012/01/home-office.jpg" alt="" width="450" height="348" /></a></p>
<p>Sim, dá, mas exige alguns cuidados especiais.</p>
<p><strong>1. Tenha seu escritório em casa</strong></p>
<p>Não adianta tentar trabalhar atirado na cama com o notebook no colo. Você até pode conseguir trabalhar, mas vai render muito menos do que se estiver sentado na mesa da sala (com a TV desligada). Isso acontece porque na cama é seu momento de descanso, não de trabalho, então sua cabeça está mais relaxada do que preocupada com sua atividade profissional. O ideal é escolher um lugar específico em sua casa onde você vai colocar seu computador somente para trabalhar. Com o tempo, você vai condicionar sua mente para sempre que estiver ali, será somente para fazer um trabalho. Assim você vai render bem mais, acredite.</p>
<p><strong>2. Em casa ou no escritório, prepare-se para trabalhar</strong></p>
<p><strong></strong>Quando você está numa sala de trabalho, você coloca na cabeça que está ali tão somente para desempenhar uma função. Se você está em casa, sua cabeça está preparada para relaxar, curtir e fazer algum lazer – e é preciso eliminar isso. Uma dica meio engraçada é tomar um banho e se vestir como se fosse para o escritório (calça, camisa, sapato). Muita gente utiliza essa técnica para se condicionar mentalmente, e isso funciona de verdade. </p>
<p><strong>3. Não arranje pretexto para não trabalhar</strong></p>
<p><strong></strong>É comum quem trabalha em casa fazer certas pausas, digamos, incomuns no trabalho. É a cama que ficou desarrumada, a louça que não foi lavada, um lanchinho que você faz&#8230; A verdade é que isso acontece quando o profissional não está a fim de trabalhar, e fica arranjando coisas para fazer. Para se testar, faça a seguinte pergunta: <span style="text-decoration: underline;">se eu não tivesse que trabalhar, eu estaria fazendo isso?</span> Aí você vai ver que está mesmo só enrolando.</p>
<p><strong>4. Saiba lidar com as interrupções</strong></p>
<p>No escritório ou em casa, haverão sempre interrupções. Se você está trabalhando em casa e mora com outras pessoas, haverá uma boa possibilidade de ser interrompido por eles por diversos motivos. Algo que muitas pessoas fazem é instaurar a cultura do trabalho em casa, pedindo às pessoas que moram com você para respeitarem o seu momento de trabalho.</p>
<p>Como? Bem, se você usar a primeira dica que dei nesse texto e separar um lugar específico da sua casa para trabalhar, avise a todas as pessoas que moram com você que não interrompam o seu trabalho quando você estiver lá. Ou seja, se, por exemplo, sua mulher vir que você está sentado na mesa da sala com o notebook ligado, ela não irá lá conversar baboseiras com você, pois saberá que você está trabalhando.</p>
<p><strong>5. Tenha as ferramentas necessárias para o trabalho</strong></p>
<p><strong></strong>Não adianta querer trabalhar em casa se seu computador é um 486 e sua internet ainda faz aqueles barulhos engraçados na conexão discada. Você não vai render nada e ainda vai se irritar com a falta de recursos. Se puder, compre um computador bom e contrate um bom serviço de internet. Você estará gastando dinheiro para ganhar dinheiro, então não é gasto, mas sim um investimento.</p>
<p><strong>6. “Conhece-te a ti mesmo”<br /></strong></p>
<p>Cada pessoa tem um jeito de trabalhar. Uns rendem mais à noite, outros rendem de manhã e outros de tarde. Com o tempo na função, você vai se conhecer melhor como profissional e ver que tipo de funções você desempenha melhor e em que períodos. O mais importante de tudo quando trabalha em casa é <span style="text-decoration: underline;">cumprir os prazos dos clientes</span>, pois isso demonstra organização e profissionalismo, algo que garante muita credibilidade a um autônomo e/ou <em>freelancer</em>.</p>
<p>Em casa ou num escritório, a responsabilidade é a mesma. Então o comprometimento profissional também deve ser o mesmo. Bom trabalho!</p>
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		<title>INOVAÇÃO &#8211; Como apresentar uma novidade de forma simples</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 13:14:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Barboza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você visse uma prateleira com 30 marcas diferentes de refrigerante, como escolheria sua bebida? O mais comum é ir diferenciando uns dos outros, seja por quantidade, preço, qualidade, sabor, e escolher o que melhor se adapta à sua vontade. Muitos empreendedores não param para pensar que seu produto tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você visse uma prateleira com 30 marcas diferentes de refrigerante, como escolheria sua bebida? O mais comum é ir diferenciando uns dos outros, seja por quantidade, preço, qualidade, sabor, e escolher o que melhor se adapta à sua vontade.</p>
<p>Muitos empreendedores não param para pensar que seu produto tem de ter um diferencial para ser escolhido. É importante ter em mente que se ele for igual a todos os outros, tanto faz comprarem a sua marca ou a marca do concorrente. Uma forma de se destacar é inovar.</p>
<p>Inovar não é tecnologia, como todo mundo pensa. Inovar é simplesmente saber <strong>fazer diferente</strong>. Se for refrigerante, pode ser um sabor único, formato de garrafa, cor do produto. A inovação está muito mais atrelada à concepção de uma nova ideia do que em investir milhões em uma tecnologia de ponta. Ou vai dizer que um refrigerante num barril não ia, no mínimo, instigar a sua curiosidade?</p>
<p>Para se destacar, basta inovar no mais simples. Fugir do comum.</p>
<p><a href="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2010/09/inovacao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3191" title="inovacao" src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2010/09/inovacao.jpg" alt="" width="540" height="275" /></a></p>
<p><strong>E meu produto vai ser consumido?</strong></p>
<p>O primeiro impulso que dá embasamento para a compra é a necessidade do cliente. No momento que uma pessoa consome algum produto, ela <strong>precisa</strong> daquele produto. A pessoa compra pão porque tem fome. O homem compra um carro porque precisa se locomover com comodidade (ou pelo menos pensa isso).</p>
<p>Mas se o meu produto não existe, quer dizer que não há necessidade dele? Depende. As pessoas podem não reivindicar por nem imaginarem a possibilidade dele existir.</p>
<p>Um exemplo disso são as máquinas de fazer pão, que fazem centenas de pessoas tomarem café com pão quentinho sem ter de ir até a padaria de manhã cedo para saciarem a sua vontade. Em outras palavras, as máquinas de fazer pães agregaram comodidade à necessidade de comer pão quentinho no café da manhã.</p>
<p>Para se diferenciar, pegue uma necessidade já existente e agregue um diferencial a ela.</p>
<p><strong>Cuidados ao inovar</strong></p>
<p>Não basta querer fazer diferente. A inovação não é pegar e simplesmente chutar o balde. Seguem algumas dicas de pontos importantes a serem estudados quando for inovar:</p>
<ul>
<li><strong>Seja prudente</strong>. Não adianta      ir aos trancos e barrancos. Você deve sempre ver os dois lados da moeda      antes de partir para o novo.</li>
<li><strong>Conheça o      mercado</strong>.      O perfil de consumo passa por constantes alterações e tendências.      Conhece-las é estar um passo na frente da concorrência e é a chave para      agregar novidade ao seu produto.</li>
<li><strong>Confie no seu      produto</strong>.      Você precisa confiar que a sua inovação vai dar certo, ter coragem de      fazer diferente. Se estiver inseguro, repense sua ação e tente daqui um      tempo.</li>
</ul>
<p>A inovação é tão relevante para o desenvolvimento do mercado que já existe até curso universitário sobre o assunto. A universidade gaúcha Unisinos, por exemplo, criou a graduação em Administração com foco em Gestão para Inovação e Liderança (GIL). Para os gaúchos de plantão, é uma boa pedida, pois o curso propõe formar você justamente no que você precisa: ter o seu diferencial. Se você se interessar, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=y0RQWqDEbEA" target="_blank">esse vídeo institucional</a> traz algumas ideias bem curiosas sobre inovação, vale a pena ver.</p>
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		<title>Posicione sua empresa no mercado</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Sep 2010 14:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Barboza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas das micro e pequenas empresas brasileiras surgem de forma não planejada. Algumas vezes o que acontece é que o profissional, já exercendo sua função como empresário, começa a crescer e chega a tal ponto de precisar formalizar o seu negócio. Isso é bom por um lado, porque é sinal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas das micro e pequenas empresas brasileiras surgem de forma não planejada. Algumas vezes o que acontece é que o profissional, já exercendo sua função como empresário, começa a crescer e chega a tal ponto de precisar formalizar o seu negócio. Isso é bom por um lado, porque é sinal de que há crescimento da movimentação de capital, mas por outro lado pode ser ruim, pois a companhia não criou um conceito de gestão empresarial.</p>
<p>De qualquer forma, já existe algo essencial para manter uma empresa: clientes. Seja por indicação ou por propaganda, o serviço deste profissional criou uma imagem positiva. Mas o que nos faz pensar são os motivos que levaram aquelas pessoas a se tornar consumidores de um bem ou serviço. Em outras palavras: por que o escolhido foi a sua empresa e não a sua concorrente?</p>
<p>É neste ponto que está a importância de ter bem selecionado um posicionamento de mercado, que possibilite crescimento.</p>
<p><a href="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2010/09/business.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3139" title="business" src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2010/09/business.jpg" alt="" width="540" height="275" /></a></p>
<p><strong>Destaque suas qualidades</strong></p>
<p>O fato de que essas empresas foram formalizadas por causa de um crescimento não planejado pode fazer com que o empreendedor seja pouco receptivo a entender como o cliente percebe seu produto. Embora um posicionamento de mercado envolva inúmeras variáveis para ser delimitado, você pode entender melhor o seu negócio de uma forma simples e clara. Para isso, basta pensar qual a característica mais marcante do seu negócio.</p>
<p>No seu ramo de atuação, você pode ser barato, pode ser caro e ao mesmo tempo garantir qualidade, pode ser o de mais fácil acesso, dentre outros. Estes fatores são alguns que podem influenciar o cliente. Toda empresa tem algum fator que pesa no momento em que é escolhida para ter seu produto consumido, e uma pesquisa qualitativa pode te ajudar a entender melhor o seu próprio negócio.</p>
<p><strong>Posicione-se para crescer</strong></p>
<p>Entender o que você realmente vende é um passo essencial para saber quem é o seu consumidor e poder atingi-lo. Nem todas as pessoas conhecem a sua empresa. Saber quais as características que vendem o seU produto é algo essencial para dar o seu cartão de visitas em qualquer ação de comunicação.</p>
<p>Um exemplo bem claro de posicionamento de mercado é o supermercado Big, que se mostra por meio do seu slogan: “Sorria: seu mundo está no Big”. A empresa se destaca por oferecer tudo que é tipo de produtos que você possa vir a precisar: A VARIEDADE. Seu mundo inteiro está lá. Seu ponto forte é a diversidade, independentemente de preço ou qualidade.</p>
<p>Talvez hoje você ainda não sinta a necessidade de ter um posicionamento. A maioria de seus clientes seja talvez fruto de indicações e do boca a boca. Mas você quer se limitar a isso?</p>
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		<title>Saiba como um cliente influencia o seu negócio</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 13:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Barboza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo empreendedor pensa em como conseguir clientes. Ter consumidores é a prerrogativa básica para a sustentação do seu negócio e, após um certo tempo, o dono da empresa já possui uma noção de como chegar até o seu cliente ou sobre quem ele é. Alguns negócios precisam de clientes novos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo empreendedor pensa em como conseguir clientes. Ter consumidores é a prerrogativa básica para a sustentação do seu negócio e, após um certo tempo, o dono da empresa já possui uma noção de como chegar até o seu cliente ou sobre quem ele é.</p>
<p>Alguns negócios precisam de clientes novos o tempo inteiro, outros precisam apenas manter poucos clientes que conferem o crescimento do negócio. De qualquer forma você sempre precisa de uma coisa: <strong>clientes satisfeitos</strong>.</p>
<p>Mas como saber se você consegue isso?</p>
<p><a href="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2010/08/cliente.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2942" title="cliente" src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2010/08/cliente.jpg" alt="" width="540" height="275" /></a></p>
<p><strong>Monitore seu relacionamento</strong></p>
<p>Mesmo que o consumidor não conheça o produto, realiza um julgamento constante sobre ele. Trata-se de criar uma expectativa, seja por causa do preço, aparência ou atendimento. Porém, há um fator que faz com que pode fazer com que ele compre algo sem se preocupar muito com preço, atendimento ou qualquer outra coisa: uma <strong>indicação</strong>.</p>
<p>Sempre que vamos comprar algum produto que não conhecemos muito bem, a indicação é a propaganda mais convincente. Mas como saber se sua empresa está sendo bem recomendada? Aí entra a importância de monitorar o seu relacionamento com os clientes.</p>
<p>Mesmo que seja somente pela internet, sua empresa sempre vai se relacionar com pessoas em qualquer ato de compra. Cabe a você ter três preocupações básicas:</p>
<ol>
<li><strong>A comunicação deve apresentar      exatamente o que meu produto é. </strong>Vender      o que ele não é sempre vai criar insatisfação, pois não é o que o cliente      procurava (mesmo que ainda assim tenha qualidade).</li>
<li><strong>O processo de atendimento deve      se preocupar com o cliente</strong>.      Nem sempre o seu atendente está preocupado com o que seus clientes pensam      da sua empresa. Mas o seu funcionário e a sua empresa são a mesma coisa      para o consumidor.</li>
<li><strong>Avalie os serviços junto aos seus      consumidores</strong>. Não      existe ninguém melhor que um consumidor para dizer o que achou do seu      produto. Enquetes bem elaboradas podem dar um bom termômetro da      satisfação.</li>
</ol>
<p><strong>Quando a indicação pesa mais</strong></p>
<p>Ao comprar uma garrafa de refrigerante, você sabe exatamente a quantidade de produto que tem ali, sua composição química, tamanho, cor, etc. E com um advogado ou contador, você sabe o que esperar?</p>
<p>Os bem chamados <strong>tangíveis </strong>são muito mais fáceis de avaliar, porque eles possuem um padrão de qualidade pré-definido. No caso dos serviços, também chamados de bem <strong>intangíveis</strong>, cada caso é um caso – e é exatamente aí em que pesa mais a indicação.</p>
<p>Se você vai contratar um prestador de serviços, é um tiro totalmente cego, pois não há parâmetros para avaliá-lo e criar uma expectativa. Ter uma indicação de um amigo que já consumiu e obteve sucesso dá a tranqüilidade de saber que ele tem competência, algo que não tem como ser avaliado por uma propaganda. A indicação também pesa nos bens tangíveis, principalmente quando se trata de produtos que tenham um investimento maior, como um carro.</p>
<p>É bom lembrar que um cliente satisfeito lhe indica para dois amigos, enquanto um insatisfeito fala mal da sua empresa para dez. Dê satisfação ao seu cliente e garanta uma boa imagem.</p>
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		<title>5 dicas para trabalhar e viver bem</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 13:10:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Barboza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Organização]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Você acorda todos os dias às 6h30min, toma um banho correndo e vai pro trabalho. Deixa para tomar café da manhã lá mesmo ou nem toma, para não perder tempo. Depois de 4 horas na frente de um computador, você resolve almoçar um cachorro quente porque é mais prático e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você acorda todos os dias às 6h30min, toma um banho correndo e vai pro trabalho. Deixa para tomar café da manhã lá mesmo ou nem toma, para não perder tempo. Depois de 4 horas na frente de um computador, você resolve almoçar um cachorro quente porque é mais prático e barato. Para controlar o sono, toma um café por 15min e já volta pro PC. E assim você vai nessa correria até o fim do expediente, dia após dia. Isso sem falar nos finais de semana. Você se identificou com esta história?</p>
<p>Você não é o único. Zilhões de pessoas acabam priorizando o trabalho em detrimento de outras coisas. Talvez seu tempo seja exíguo mesmo, mas há coisas que são essenciais até para você continuar trabalhando.</p>
<p>Estou lendo o livro “O Sucesso é mais simples do que você pensa”, de Ernie J. Zelinski, e aprendi a ver o trabalho sobre outra perspectiva. Por isso, desenvolvi esse texto com 5 dicas para você trabalhar bem e ainda assim viver de uma forma mais saudável para o corpo e para a mente.</p>
<p><a href="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2010/08/qualidade-de-vida.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2917" title="qualidade-de-vida" src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2010/08/qualidade-de-vida.jpg" alt="" width="540" height="275" /></a></p>
<p><strong>1. Será que você não tem tempo mesmo?</strong></p>
<p><strong></strong>Se houvesse um prêmio de “expressão mais usada no milênio”, seria esta: &#8220;<em>não tenho tempo&#8221;</em>. Na verdade, essa expressão foi totalmente banalizada, de forma que se tornou desculpa para as pessoas não fazerem alguma coisa. Geralmente você tem tempo sim, mas está sendo mal aproveitado. E as pessoas só notam isso quando encontram alguém que possui a rotina mais apertada do que a delas.</p>
<p><strong>Dica:</strong> procure se organizar melhor. Veja no que você perde tempo em excesso no seu dia e tem pouco retorno. <a title="Produzindo: O que é procrastinação?" href="http://www.produzindo.net/o-que-e-procrastinacao/" target="_blank">Procrastinar</a> não é um crime – desde que você se organize e cumpra suas atividades nos prazos estabelecidos. Lembre-se: você trabalha para poder viver bem.</p>
<p><strong>2. Sua saúde não volta atrás.</strong></p>
<p><strong></strong>Pode ser a falta de tempo, falta de dinheiro e até falta de paciência em sair do trabalho, mas todo mundo acaba comendo algumas porcarias no almoço quando trabalha fora. Além disso, é bom saber que o computador não é a peça mais <a href="http://www.produzindo.net/como-manter-a-postura-no-computador/"  target='_blank' title='Como manter a postura no computador'>ergonômica</a> do mundo. Sem saúde, ninguém trabalha, ninguém vive, ninguém faz nada. A saúde vem SEMPRE em primeiro lugar. De que adianta enriquecer até os 35 anos se você não puder correr, se divertir ou fazer nada?</p>
<p><strong>Dica:</strong> se não quer gastar com alimentação, leve comida de casa, que além de barata também é bem mais gostosa. Quando estiver na frente do computador por mais de uma hora, levante, alongue os braços, tome um café. São 15 minutos que você vai perder em tempo e ganhar em produtividade. Durante a semana, tire uns 20 minutos a cada três dias para das uma caminhada ou fazer algum outro exercício aeróbico. Sua vida agradece muito.</p>
<p><strong>3. Tempo de trabalho e sucesso são coisas diferentes.</strong></p>
<p><strong></strong>Não é trabalhando mais que você vai subir na vida e enriquecer. Basta você trabalhar sempre com efetividade. No momento em que você trabalha mais do que o seu próprio corpo pode agüentar, você pode comprometer a qualidade das suas atividades. Tentar levar o mundo nas costas não vai lhe ajudar a crescer. A melhor forma de crescer na vida é ter êxito em todas as tarefas que você faz.</p>
<p><strong>Dica:</strong> estabeleça prazos. Tendo um cronograma organizado, você consegue ver quanto tempo você tem para pensar estrategicamente e desenvolver cada tarefa que lhe é encaminhada.</p>
<p><strong>4. Corpo em casa, cabeça no trabalho.</strong></p>
<p><strong></strong>Não adianta você passar o fim de semana em casa vendo TV se você fica pensando que tem que fazer isso ou aquilo. Ou pior: chegar à noite e abrir os e-mails do trabalho para ver se tem algo novo. E não vou nem falar dos que trabalham no domingão em casa. Se você sair do trabalho e fica com a cabeça lá, fica cansando mentalmente ao saber que tem várias coisas para fazer.</p>
<p><strong>Dica:</strong> desligue-se do trabalho. Se for algo urgente que não possa esperar, com certeza vão lhe ligar no celular ao invés de só mandar um e-mail. O relax nos revigora e tranqüiliza. Aproveite os momentos livres para ter lazer e ficar com quem você gosta. Você vai ver que a segunda-feira vai parecer bem menos pesada.</p>
<p><strong>5. Seu trabalho é um peso?</strong></p>
<p><strong></strong>Se alguém fala de trabalho e você já faz cara feia, algo está errado. Uma coisa é a sua rotina ser corrida, puxada e até estressante. Outra coisa é você não gostar do seu trabalho. Não adianta você desempenhar uma atividade todos os dias e declarar guerra a ela.</p>
<p><strong>Dica:</strong> faça o que você gosta. Nunca é tarde para tentar recomeçar e fazer algo que lhe dá mais prazer. Se seu trabalho “perdeu o encanto”, tente ver a razão disso. Roberto Marinho tinha 61 anos quando fundou a Rede Globo e ninguém disse que era tarde de mais para ele arriscar em fazer algo diferente.</p>
<p>Cuide mais de você. Trabalho é bom a partir o momento em que ele te deixa viver.</p>
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		<title>As redes sociais e a sua produtividade</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 13:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Barboza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
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		<description><![CDATA[Em seu trabalho, com certeza existem dois tipos de serviço: os programados e os urgentes. No primeiro você tem um prazo a cumprir, enquanto o segundo é para ontem. Sempre que preciso cumprir alguma urgência, fecho MSN, Twitter e qualquer outra mídia social online que possa me interromper, porque isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em seu trabalho, com certeza existem dois tipos de serviço: os <a title="Produzindo: Importante X Urgente" href="http://www.produzindo.net/importante-x-urgente/" target="_blank">programados e os urgentes</a>. No primeiro você tem um prazo a cumprir, enquanto o segundo é para ontem.</p>
<p>Sempre que preciso cumprir alguma urgência, fecho MSN, Twitter e qualquer outra mídia social online que possa me interromper, porque isso aumenta minha produtividade. Embora eu não consiga render tanto de forma instantânea com elas acessadas, tem gente que não consegue trabalhar sem acessa-las. Mas por que isso acontece?</p>
<p><strong><a href="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2010/07/SocialNetworking.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2850" title="SocialNetworking" src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2010/07/SocialNetworking.jpg" alt="" width="300" height="252" /></a>Redes Sociais no trabalho</strong></p>
<p>Qual a primeira coisa que você faz quando liga o computador? Eu acesso o MSN, abro meus e-mails, faço loggin no Twitter. Independentemente de estar ligando o computador para jogar, falar com amigos ou trabalhar, isso se tornou um ritual.</p>
<p>Antes de começar a desenvolver qualquer trabalho, eu o visualizo mentalmente. Penso e estruturo na minha cabeça qual o formato do que vou produzir, para ter uma noção de onde posso mexer e como começar. De vez em quando até pego uma folha de papel para desenhar um <a title="Produzindo: O que são mapas mentais e como utilizá-los?" href="http://www.produzindo.net/o-que-sao-mapas-mentais-e-como-utiliza-los/" target="_blank">mapa mental</a> e facilitar esta etapa.</p>
<p>Quando vou trabalhar noto que certas coisas me atrapalham, e a pior delas é o MSN. Ao começar a engrenar uma ideia, um texto ou um projeto, é comum alguém puxar algum assunto. O Twitter também não fica para trás, pois tenho de ver sempre as últimas atualizações.</p>
<p>Isso faz com que se perca uma linha de raciocínio para o desenvolvimento do trabalho, o que demanda tempo, pois cada vez que vai ver uma janela do Messenger ou dar uma olhada numa rede social online, você para o que está fazendo.</p>
<p>Mas então, o que fazer?</p>
<p><strong>Redes Sociais para o trabalho</strong></p>
<p>Calma, utilizar qualquer mídia social no trabalho não decreta o fim da sua produtividade, basta saber usá-la. Vamos partir de um princípio: qual o objetivo do seu trabalho? Produzir. Este é o <strong>foco</strong> que você deve ter quando está sentado na frente do seu computador.</p>
<p>Se algo atrapalha a sua produção, você deve repensá-lo.</p>
<p>No momento em que essa mesma coisa acrescenta algo à sua produção, você deve mantê-la.</p>
<p>Em outras palavras, não é errado usar o Messenger no trabalho, desde que você utilize de forma profissional, como para manter relacionamento com clientes ou parceiros da sua empresa. O Twitter pode ser uma excelente ferramenta, porque pode lhe oferecer artigos interessantes para o desenvolvimento do seu trabalho ou atualizações instantâneas sobre temas. Mas convenhamos que compartilhar como você acordou e ver o que seus amigos vão fazer hoje não lhe acrescenta muito no trabalho. E o mesmo vale para o Skype, Orkut, Facebook, LinkedIn, dentre outros.</p>
<p>Claro que não é estritamente proibido conferir seus perfis nas redes que participa, desde que o faça com responsabilidade. A sua produtividade eficiente é a alavanca para o seu sucesso profissional. Será que vale a pena compromete-la para ficar batendo papo no trabalho?</p>
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		<title>Como fazer marketing nos sites de busca?</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 09:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Barboza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing de Busca]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[A internet revolucionou o mundo. Embora ainda haja um percentual da população que ainda não a use diariamente, ela influenciou principalmente no que diz respeito ao acesso e propagação da informação. O problema é que esse excesso de conteúdos exige uma organização muito boa. Existem ferramentas disponíveis para nos auxiliar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet revolucionou o mundo. Embora ainda haja um percentual da população que ainda não a use diariamente, ela influenciou principalmente no que diz respeito ao acesso e propagação da informação.</p>
<p>O problema é que esse excesso de conteúdos exige uma organização muito boa. Existem ferramentas disponíveis para nos auxiliar a achar a informação que desejamos, são os famosos mecanismos de busca.</p>
<p>Estes sites de busca (<a title="Google" href="http://www.google.com/" target="_blank">Google</a>, <a title="Bing" href="http://www.bing.com/" target="_blank">Bing</a>, <a title="Yahoo!" href="http://www.yahoo.com/" target="_blank">Yahoo!</a>, <a title="AOL" href="http://www.aol.com/" target="_blank">AOL</a>, <a title="Ask" href="http://www.ask.com/" target="_blank">Ask</a>, etc.) são uma mão na roda para quem quer, por exemplo, realizar uma compra, procurar um artigo ou encontrar um médico no seu bairro. Esses sistemas organizam todo esse conjunto de locais e informações, te levando diretamente à sites com a informação que você deseja.</p>
<p>E é aqui que surge a importância da sua empresa estar no topo dos resultados dos mecanismos de busca: estar disponível para o público que procura você e/ou o seu produto. Para isso, existem algumas técnicas:</p>
<ul>
<li><strong>Search Engine Marketing (SEM)</strong> – É um conjunto de ações de marketing que promovem o seu site para chegar ao destaque dos resultados das buscas;</li>
<li><strong>Search Engine      Optimization (SEO)</strong> – É uma atividade que utiliza conhecimentos técnicos (linguagem HTML, por exemplo) para colocar seu      site no topo dos resultados. Pode fazer parte de uma ação de SEM;</li>
</ul>
<p><strong>O Google e o triângulo dourado</strong></p>
<p>Não dá para falar de buscas na internet sem citar o Google. O projeto de doutorado que revolucionou o uso da web ainda é o campeão de acessos no meio das buscas online com mais de 90% do mercado.</p>
<p><a href="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2010/04/marketing-busca.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2439" title="marketing-busca" src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2010/04/marketing-busca.jpg" alt="" width="250" height="194" /></a>Esta imagem ao lado é uma pagina de resultados do Google. A cor vermelha aponta para onde se movem os olhos de quem procura e clica. O que a imagem mostra é um fenômeno chamado “Triângulo dourado da pesquisa no Google” – o local para onde converge a grande maioria dos cliques nas buscas. Ou seja, quanto mais próximo do topo dos resultado das buscas, maior a chance do usuário conhecer a sua empresa e/ou produto.</p>
<p>Ainda na imagem, a parte em que são apresentados os <strong>Links Patrocinados</strong> (coluna da direita e box amarelo) correspondem a uma ação de SEM, na qual o dono do site compra esse espaço de publicidade para ter uma posição privilegiada nas buscas do Google. A outra parte (a com os resultados da busca) é chamada de <strong>Busca Orgânica</strong>, que é onde seu site deveria ficar para ser encontrado.</p>
<p><strong>Fazendo marketing no Google</strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">São cerca de 30 os serviços que a Google oferece. Um desses serviços é o <strong>Google AdWords</strong>, no qual você pode colocar seu site nos links patrocinados das buscas e realizar uma ação de SEM.</span></strong></p>
<p>Para começar, você deve criar uma conta no AdWords, que é tão simples quanto criar qualquer conta de e-mail. Depois você elabora uma campanha, aonde define os prazos de duração, custo máximo que irá pagar por dia e em que região quer que seu link patrocinado apareça (estado, país ou geral).</p>
<p>Em seguida, você escolhe quais as palavras chaves que pretende utilizar, que é o que fará que você seja encontrado quando alguém buscar. Não há nenhum custo adicional por palavras chaves que você escolher, mas quanto mais você colocar, mais as chances de ser encontrado. Ainda assim, seja sempre objetivo, pensando em como um cliente procuraria pelos serviços da sua empresa.</p>
<p>Esta ação é um serviço pago, mas somente conforme o número de cliques que seu link receber. Ou seja, mesmo que você esteja no topo, você não vai pagar nada se ninguém clicar. O pagamento pode ser realizado por boleto bancário (pré-pago) ou por cartão de crédito (pós-pago). O software disponibiliza quantos acessos você teve em cada dia, além de sugerir novas palavras chaves e outras dicas.</p>
<p><strong>Retorno do investimento</strong></p>
<p>A ação é muito simples de ser desenvolvida, mas requer visão de empreendedorismo. Em outras palavras, não basta você estar no topo do Google se não vai lucrar com isso. Antes de desenvolver a campanha, pense em como você vai ganhar com isso, para que tenha retorno suficiente para pagar os seus gastos e ainda tirar lucro.</p>
<p>Caso a sua atividade seja local, coloque sua cidade nas palavras chaves para aumentar a quantidade de acessos vindos da sua localidade. Assim, você evita gastos desnecessários e otimiza seus investimentos. Além disso, monitore o retorno durante a campanha para ter certeza de que está indo no caminho certo.</p>
<p>Não é tão difícil estar no Google, mas pode ser difícil tirar retorno dele. Que tal tentar montar a sua estratégia nos mecanismos de busca?</p>
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		<title>Usando a experiência para fazer marketing</title>
		<link>http://www.produzindo.net/usando-a-experiencia-para-fazer-marketing/</link>
		<comments>http://www.produzindo.net/usando-a-experiencia-para-fazer-marketing/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 14:25:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Barboza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Propaganda de TV, outdoor, folder e outras peças gráficas são ferramentas de marketing que hoje já passam despercebidas pelas pessoas – que são expostas a mais de 800 anúncios publicitários por dia. A falta de mudança dos modelos tradicionais faz com que muitas das ações de divulgação passem de forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Propaganda de TV, outdoor, folder e outras peças gráficas são ferramentas de marketing que hoje já passam despercebidas pelas pessoas – que são expostas a mais de 800 anúncios publicitários por dia. A falta de mudança dos modelos tradicionais faz com que muitas das ações de divulgação passem de forma despercebida pelo simples motivo de já serem clichês. Ao encontro disso, o consumidor está cada vez mais exigente e exigindo mais informações antes de consumir.</p>
<p><a href="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2010/03/experiencia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2348" title="experiencia" src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2010/03/experiencia.jpg" alt="" width="540" height="275" /></a></p>
<p><strong>Um pouco sobre o novo consumidor</strong></p>
<p>Embora isso não seja uma lembrança corriqueira, a internet é bem antiga, sim. Hoje vivemos a chamada segunda geração da internet (ou web 2.0), na qual cada um tem a liberdade de expor seu conteúdo no meio online, mas há 20 anos atrás não era bem assim. As empresas eram as únicas detentoras do poder de criar e postar conteúdo no mundo virtual.</p>
<p>Com o crescimento dessa &#8220;nova&#8221; mídia, muitas pessoas e empresas entraram com novos investimentos, o que acarretou no surgimento de novos softwares. Talvez você lembre dos obsoletos mIRC (1995) e ICQ (1996). O MSN Messenger, popular ainda hoje, foi criado em 1999. Junto com isso, criaram-se alguns serviços gratuitos de blog e fóruns online, além da popularização das contas de e-mail.</p>
<p>Resumindo, houve um boom na troca de informações entre os internautas, que passaram a se relacionar online cada vez mais. Todo esse câmbio de dados fez nascer as comunidades virtuais, aonde as pessoas discutiam sobre certos produtos, certos serviços, etc.</p>
<p>Onde tudo isso vai parar? Em um internauta/consumidor mais exigente.</p>
<p><strong>Fugindo do marketing tradicional</strong></p>
<p>Muitas pessoas não sabem, mas muitas das teorias de marketing usadas ainda hoje são do período da revolução industrial. Naquela época, a valorização era pela venda/produção massiva, e não pelo conhecimento. As empresas estavam preocupadas apenas em produzir, tendo o cliente como uma demanda garantida. Até Ford disse: “o cliente pode ter o modelo &#8216; T &#8216; na cor que quiser, desde que seja preto”.</p>
<p>O marketing experimental é aquele que foge da métrica atual e usa outras formas de prender o cliente ou possível cliente, como por exemplo, pela emoção. Não existe uma regra, é uma experiência. Você entende o seu público – o que pode ocorrer por meio de monitoramento da sua comunidade virtual – e busca uma alternativa que pode se adequar com ele.</p>
<p>Um exemplo de marketing experimental é a Disneylândia. Para começar, trata-se de uma empresa que conhece o seu público como ninguém. Os atendentes e funcionários têm em mente que cada pessoa que está ali espera ter o dia mais feliz de sua vida – e trabalha para isso. Não deixa de ser uma estratégia de marketing que aumenta a produtividade, satisfação do público interno e externo da instituição. E ninguém sequer viu o conceito de Marketing Mix (populares “4 Ps”)! Além disso, quem foi até lá não me deixa mentir: a Disneylândia tem um cheiro característico, aonde uma pessoa que sinta novamente esse cheiro, se sente imediatamente de volta ao mundo mágico da Disney – e possivelmente se lembre de momentos muito felizes que passou por lá.</p>
<p>Outro exemplo muito legal foi postado pelos caras do blog <a title="O Capuccino" href="http://ocappuccino.blogspot.com/2009/06/marketing-experimental-e-pepsi.html">O Cappuccino</a>, que desmembra um case da Pepsi em Porto Alegre. Vale a pena conferir também!</p>
<p>Os conceitos antigos de marketing são muito bons para nos nortear, mas que tal ir um pouco além?</p>
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		<title>O marketing de permissão e a relevância da publicidade</title>
		<link>http://www.produzindo.net/o-marketing-de-permissao-e-a-relevancia-da-publicidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 12:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Barboza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora eu já tenha dado algumas dicas sobre o assunto em outro artigo, nunca fui a fundo em um texto sobre essa nova técnica de promoção. A comunicação hoje passa por uma grande mudança, algo como se fosse uma “digitalização” das formas que as pessoas interagem entre si. Afinal, qual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora eu já  tenha dado algumas dicas sobre o assunto em <a title="Produzindo: O que é o Twitter e como tirar proveito máximo dessa ferramenta" href="http://www.produzindo.net/o-que-e-o-twitter-e-como-tirar-proveito-maximo-dessa-ferramenta/" target="_blank">outro artigo</a>, nunca fui a fundo em um texto sobre essa nova técnica de promoção. A comunicação hoje passa por uma grande mudança, algo como se fosse uma “digitalização” das formas que as pessoas interagem entre si.</p>
<p>Afinal, qual a grande diferença entre a televisão e a internet? Mesmo que a gente não pare pra pensar nisso, a TV elabora sua programação pensando no que o seu público de interesse gostaria de assistir, enquanto a internet dá a liberdade para o próprio usuário acessar a informação que deseja. Você pode ter uma TV à cabo com 200 canais e ainda assim não encontrar nada que tenha interesse em ver, enquanto na internet você vai ao encontro ao que deseja.</p>
<p>Traduzindo isso para as técnicas de promoção existentes, podemos ver o marketing de permissão e o marketing de interrupção.</p>
<p><strong>Marketing de Interrupção versus Marketing de Permissão</strong></p>
<p>Você  já notou que os intervalos comerciais têm o volume um pouco mais alto que o resto da programação normal? Acredite, não é uma coincidência. Quando um programa é pausado para as propagandas, o expectador tende a dispersar a atenção e então aumenta-se um pouco o volume. Mas convenhamos, você está interessado mesmo em todos aqueles produtos oferecidos? Nem sempre.</p>
<p>Este é  o <strong>marketing de interrupção</strong>, aquele que tenta desviar a sua atenção para te oferecer algo que não necessariamente tem a ver com o que você estava vendo. O merchandising já é algo batido, mas é uma técnica de <strong>marketing de permissão</strong> &#8211; aquele que oferece algo a você dentro do contexto em que a sua atenção está inserida.</p>
<p>Existem dois exemplos muito bons desse tipo de marketing. Um deles são as vinhetas dos patrocinadores do programa Custe o Que Custar (CQC), onde os apresentadores utilizam do seu bom humor e descontração para <a href="http://www.youtube.com/watch?v=YgIb3PZ-cwA">mostrar</a> os produtos dos anunciantes. Outro exemplo mais antigo é a novela Beto Rockfeller, na qual o protagonista era um bom vivant, um boêmio. A fim de driblar os salários atrasados, o intérprete Luis Gustavo fez uma parceria com a Engov para ganhar dinheiro a cada vez que falasse o nome da empresa. Então, sempre que o personagem saía para suas noitadas, lembrava-se de pegar o seu Engov – e assim surgiu a primeira ação de merchandising do Brasil.</p>
<p><strong>Marketing de Permissão e a Internet</strong></p>
<p>Entendido o conceito, como utilizar isso? É simples, basta saber separar os temas. Não adianta você anunciar em um local onde o seu público de interesse não esteja presente. O Grupo RBS de comunicação trabalha muito bem isso. Para discriminar os assuntos abordados, foram criados vários blogs em <a href="http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jspx?action=blogsPorTema&amp;uf=1&amp;local=1&amp;&amp;actid=5&amp;menu=1">seu site</a>.</p>
<p>Segundo a administração do portal, nem todos os blogs possuem grande número de acessos, mas cada blog possui usuários um perfil bem distinto. Existe um blog sobre noivas, onde bons anúncios seriam de lojas de aluguel de roupas e promotoras de casamentos. Em um blog sobre dicas de matemática seria possível anunciar aulas particulares, por exemplo.</p>
<p>Como esses sites/blogs tem um nicho específico &#8211; que não necessariamente é de interesse da grande massa &#8211; com certeza o anúncio será visto por menos leitores, mas sua ação de marketing será  muito mais efetiva, pois quase todos os leitores que estiverem ali provavelmente possuirão interesse no que você está anunciando.</p>
<p>E aí, já  imaginou como utilizar isso na sua empresa?</p>
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		<title>Você sabe o que é a Teoria da Cauda Longa?</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 09:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Barboza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Cauda Longa?! Afinal, o que é isso!? Bom, pra entender o tema é necessário voltar um pouco no tempo para o período em que se popularizou a internet. A internet surgiu em um estágio (conhecido hoje como a web 1.0) aonde somente pessoas que possuíam conhecimentos técnicos na área de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cauda Longa?! Afinal, o que é isso!? Bom, pra entender o tema é necessário voltar um pouco no tempo para o período em que se popularizou a internet.</p>
<p>A internet surgiu em um estágio (conhecido hoje como a web 1.0) aonde somente pessoas que possuíam conhecimentos técnicos na área de informática tinham a possibilidade expor suas idéias e conhecimentos. Nada de blogs e redes sociais. A única ferramenta de troca de informações entre pessoas era o e-mail e alguns poucos fóruns. Os sites muitas vezes eram peças estáticas.</p>
<p>Ao longo do tempo surgiram ferramentas de diálogo, tal como o ICQ, mIRC e MSN Messenger. Na década de 90, principalmente da sua metade para o final, esses aplicativos fizeram com que as pessoas tivessem mais facilidade para trocar informações na internet. Assim começavam a ser criadas as primeiras comunidades virtuais, as quais as pessoas começavam interagir entre si. A partir daí, essa interação foi evoluindo, principalmente com o nascimento dos sistemas de blogs (Blogger e WordPress), fóruns e com as primeiras redes sociais. Nascia também um novo olhar crítico sobre as tecnologias utilizadas na internet.</p>
<p>Essa nova perspectiva do internauta fez com que as empresas começassem a buscar se diferenciar no mundo virtual em busca do seu público consumidor. Para isso, foram feitos grandes investimentos no desenvolvimento de novas tecnologias e conceitos, e assim a internet começou a se tornar uma mídia de produção colaborativa. Agora as pessoas podiam expor seus pensamentos e conhecimentos, e faziam isso em conjunto. Esse é o panorama da web 2.0: um mundo virtual formado e criado por pessoas dos quatro cantos do mundo.</p>
<p><strong>Teoria da Cauda Longa matando o Princípio de Pareto?</strong></p>
<p>O Princípio de Pareto, também conhecido como regra do 80/20, é uma regra que diz que em vários tipos diferentes de eventos, 80% do resultado é gerado por apenas 20% da sua causa. Muita gente usou esse princípio aplicado às finanças da sociedade falando que apenas 20% das pessoas possuíam 80% da riqueza disponível. Ao meu ver, isso já é apenas uma tentativa de justificar a má distribuição de renda nessa sociedade.</p>
<p>Trazendo o conceito desse princípio pra um panorama mais atual, podemos tirar que as empresas costumam ter 80% de seu faturamento advindo de apenas 20% da sua cartilha de produtos. Uma loja de artigos específicos do Sport Club Internacional (meu time do coração) lucra com todos os produtos que vende, mas o carro chefe são suas camisetas oficiais. Sendo assim, a loja não pode se dar ao luxo de ter um estoque igual para todos os produtos e sim customizar o estoque conforme a demanda esperada.</p>
<p>Porém, o ex-editor da revista Wired, Chris Anderson, criou uma nova teoria chamada teoria da Cauda Longa. Chris acredita que o que faz as pessoas lucrarem na internet é a diversidade de produtos que elas disponibilizam para venda, e não a venda abundante de uma única determinada linha. Isso hoje é possível porque nem sempre há a necessidade de se manter um estoque, é possível fazer as encomendas conforme as demandas vão chegando.</p>
<p>Tendo esse conceito em mente e visto que hoje há uma enorme quantidade de comunidades virtuais dispostas a consumir, é possível largar na frente da concorrência oferecendo algo que eles não pode oferecer em suas lojas físicas. Belos exemplos disso são lojas de artesanato e a loja virtual Amazon, que possui uma prateleira com milhares de produtos, mesmo não os tendo no estoque.</p>
<p>E então, você concorda com a teoria da Cauda Longa ou acredita mais no Princípio de Pareto aplicado? Deixe um comentário logo abaixo e compartilhe conosco as suas idéias!</p>
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