Afinal, o que é melhor? Comprar um imóvel residencial ou alugar um? Essa pergunta ronda a cabeça de muita gente. Não é fácil comprar um imóvel, especialmente quando o local desejado é muito valorizado. Peguemos como exemplo o Plano Piloto em Brasília e a Barra da Tijuca no Rio de Janeiro. São dois lugares que dificilmente se encontra imóveis residenciais por menos de R$100.000,00 e não é qualquer um que pode pagar um valor desse, financiado ou não.
Antes de decidir entre o aluguel e a compra, temos que ter em mente algumas coisas que nos ajudarão no processo. Abaixo citamos alguns aspectos a serem observados na hora da decisão.
- Um imóvel residencial geralmente não gera lucro
“Como assim? Comprei minha casa por 40 mil, hoje ela vale 50!” - Sim, é verdade. Mas se pararmos para reparar, provavelmente todas as casas ao redor tiveram valorização semelhante. Alguém que vende sua casa, provavelmente irá comprar outra casa (que também foi valorizada). Mas nem tudo está perdido. É possível melhorar a valorização da casa investindo nela (jardins, reformas, manutenções, etc.). - Dinheiro gasto em aluguel não é dinheiro jogado fora
O valor pago em um aluguel é sempre menor do que o valor da mensalidade de um financiamento de imóveis semelhantes (geralmente de 50 a 70% do valor). As vezes, para adiquirir o imóvel ideal é necessário que se pague um valor mensal bem maior do que o valor que podemos pagar. É aí que o aluguel começa a valer a pena. - Dinheiro gasto em aluguel é dinheiro jogado fora
Sim, também temos o caso em que aluguel é sim dinheiro jogado fora. É comum encontrar pessoas que gostariam de comprar imóveis que fogem ao orçamento, mas que não se importariam em morar numa casa um pouco menor (mais barata). Nesse caso, optar pelo aluguel é perda de dinheiro visto que seria possível comprar um imóvel menor e fazer patrimônio.
Se você é o tipo de pessoa que consegue guardar dinheiro, uma possibilidade é, ao invés de financiar um imóvel, aluga-lo e investir a diferença de valores das mensalidades. Ao final do prazo de financiamento, haverá um montante considerável de dinheiro guardado em um investimento, o que não aconteceria no caso do financiamento.
O blog Dinheirama fez um artigo interessantíssimo onde expõe a sua opinião, trazendo informações adicionais (e mais profissionais, financeiramente falando) sobre o assunto.
E você? Qual é a sua opinião?


