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	<title>Produzindo.net &#187; Economia</title>
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	<description>Mercado de trabalho, empreendedorismo e organização na sua vida!</description>
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		<title>Nova classe média: consumo e endividamento</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jun 2012 17:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Autor Convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez no Brasil a classe média corresponde à metade da população, com uma participação correspondente a 95 milhões de pessoas, sendo que 31 milhões são novos integrantes que ascenderam socialmente através das políticas de proteção social, crescimento econômico, aumento de escolarização, mais empregos formais e informais e maior [...]</p><p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
<a href="http://www.produzindo.net/nova-classe-media-consumo-e-endividamento/">Nova classe média: consumo e endividamento</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2012/06/calculos-financeiros.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4663" title="calculos-financeiros" src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2012/06/calculos-financeiros.jpg" alt="" width="234" height="350" /></a>Pela primeira vez no Brasil a classe média corresponde à metade da população, com uma participação correspondente a 95 milhões de pessoas, sendo que 31 milhões são novos integrantes que ascenderam socialmente através das políticas de proteção social, crescimento econômico, aumento de escolarização, mais empregos formais e informais e maior acesso ao crédito. Esse cenário representa um novo perfil socioeconômico do país.</p>
<p>Os novos consumidores da classe média correm para as lojas exercendo seu novo poder de compra. O lado B dessa euforia: o <strong>endividamento</strong> e até mesmo o superendividamento.</p>
<p>O ensino da <strong>educação financeira</strong> para crianças e jovens nas escolas poderia preparar as famílias para essa nova realidade. O<strong> crédito</strong>, importante para alavancar a classe pobre, passou a ser um risco, quando mal utilizado. As facilidades de <strong>financiamento</strong> são ilusórias para aqueles que não sabem como planejar suas despesas.</p>
<p>Nos primeiros meses de 2012, apesar das reduções dos juros, as vendas a crédito não aumentaram, o que surpreendeu os economistas. O que aconteceu foi que o poder de compra das classes C e D encontrou um limite no endividamento das famílias. As reduções de juros que aconteceram em abril e maio não promoveram o crescimento no consumo, que, ao contrário, caiu em relação a março deste ano.</p>
<p>Verifica-se que a inadimplência das pessoas físicas reduz novos<strong> créditos</strong>. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas, o índice de <strong>inadimplência</strong> foi de 5,9% em março e abril e aproximadamente 25% dos brasileiros estão com dívidas significativas. Em sua  maioria os casos de endividamento se relacionam com o <strong>financiamento de automóveis</strong>. Os compradores, em sua maioria da nova classe média, não avaliaram o real impacto que as compras teriam em longo prazo. Enquanto as prestações atrasadas não forem quitadas, não será possível decidir por novas aquisições de bens e <a href="http://www.emprestimo.org" target="_blank"><strong>empréstimos</strong></a>. Isso quer dizer que as famílias têm de liquidar os <a href="http://www.financiamento.net" target="_blank"><strong>financiamentos</strong></a> assumidos para continuar a manter o seu padrão de vida.</p>
<p>Atualmente o momento é de reciclagem dos conhecimentos sobre economia doméstica e planejamento de orçamentos, obrigando as famílias a se reorganizarem para passar para um novo patamar de crescimento. A <strong>educação financeira</strong> vem sendo aprendida na prática, na medida em que surgem as dificuldades. As medidas de redução de taxas de juros não surtem efeito no consumo se a população se tornar cada vez mais endividada. Também no caso de renegociação das dívidas com taxas mais baixas, a capacidade de endividamento pode se manter, ao invés de diminuir, porque folgas no orçamento pode ser preenchidas com novas dívidas.</p>
<p>O consumo promove um círculo vicioso, que poderá mudar com informação e educação, para que as famílias da nova classe média desenvolvam um novo comportamento e mentalidade em relação ao dinheiro. É a sustentabilidade financeira, em tempos de discurso sobre sustentabilidade em todos os setores.</p>
<p>Esse texto foi enviado pelo Guilherme da Luz, editor dos sites <span style="text-decoration: underline;">Emprestimo.org</span>, <span style="text-decoration: underline;">Financiamento.net</span> e <a href="http://www.planodesaude.net" target="_blank">Planodesaude.net</a></p>
<p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
<a href="http://www.produzindo.net/nova-classe-media-consumo-e-endividamento/">Nova classe média: consumo e endividamento</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>O que é a taxa SELIC e como ela afeta as nossas vidas</title>
		<link>http://www.produzindo.net/o-que-e-a-taxa-selic-e-como-ela-afeta-as-nossas-vidas/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 09:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Pina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado financeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Volta e meia ouvimos falar sobre a taxa SELIC pelos vários meios de comunicação (radio, televisão, jornais, revistas, etc.), mas poucos sabem o que é e como o seu aumento ou queda influencia as nossas vidas. Pensando nisso, hoje eu quero ajudar você a entender essas e outras questões. Vamos [...]</p><p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
<a href="http://www.produzindo.net/o-que-e-a-taxa-selic-e-como-ela-afeta-as-nossas-vidas/">O que é a taxa SELIC e como ela afeta as nossas vidas</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Volta e meia ouvimos falar sobre a taxa SELIC pelos vários meios de comunicação (radio, televisão, jornais, revistas, etc.), mas poucos sabem o que é e como o seu aumento ou queda influencia as nossas vidas. Pensando nisso, hoje eu quero ajudar você a entender essas e outras questões. Vamos lá?</p>
<p><img class="size-full wp-image-1394 alignright" title="economia-00" src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2009/06/economia-00.jpg" alt="economia-00" width="280" height="271" /></p>
<p><strong>O que é SELIC?<br /> </strong></p>
<p>Antes de sabermos o que é a taxa SELIC, precisamos saber o que é SELIC. O SELIC (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) é um sistema informatizado que foi criado para gerenciar a emissão e negociação dos <a title="Wikipedia: Título Público" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%ADtulo_p%C3%BAblico" target="_blank">títulos públicos</a> emitidos pelo Tesouro Nacional.</p>
<p>Os títulos públicos são uma espécie de empréstimo que o governo faz com pessoas físicas e jurídicas. Pense nesse título como se fosse uma nota promissória ou um empréstimo que o governo faz falando que vai te pagar o dinheiro que você emprestou pra ele em um tempo determinado a uma taxa de X% de juros.</p>
<p><strong>E afinal, o que é a taxa SELIC e por que ela é chamada de &#8220;taxa básica de juros&#8221;?</strong></p>
<p>Pois bem, a média diária dessas taxas de X% que eu mencionei logo acima é a famosa taxa SELIC e serve como referência para todas as outras taxas que existem na nossa economia.</p>
<p><em>&#8220;Certo, mas por quê?&#8221;</em></p>
<p>Vamos parar pra pensar&#8230; A taxa de juros de qualquer empréstimo comum é geralmente norteada por dois fatores:</p>
<ol>
<li>Quantidade de tempo que vai demorar para receber o valor emprestado e o lucro de volta<br /> Quando emprestam o seu dinheiro, os bancos querem esse dinheiro de volta o mais rápido possível juntamente com o lucro que obtiveram nesse empréstimo. Se o tempo para receber é maior, a taxa de juros também tem que ser maior para compensar o tempo que o banco ficará sem esse dinheiro.</li>
<li>O risco da inadimplência<br /> Existem várias formas de se medir se uma pessoa tem ou não boas chances de se tornar inadimplente e não pagar o valor devido. Quanto maior a chance da inadimplência, maior tem que ser os juros para que os bancos se resguardem no caso do não pagamento do valor devido.</li>
</ol>
<p>De forma geral, quanto maior o risco e quanto maior for o prazo, maiores serão as taxas. No caso dos títulos públicos, quem deve dinheiro é o governo. Como eu disse lá em cima, um título público é um empréstimo que o governo faz com quem compra o título e se pararmos para pensar, o risco de inadimplência quando se trata do governo é mínimo.</p>
<p>Acontece que uma das operações mais seguras do mercado é feita entre os bancos, aonde eles pedem dinheiro emprestado entre si por apenas um dia e oferecem seus títulos públicos como garantia do empréstimo. Assim os bancos devedores conseguem cobrir buracos no orçamento e os bancos credores conseguem lucrar com essas negociações de baixíssimo risco (prazo curtíssimo de um dia e tendo como devedor o governo).</p>
<p>Agora pense comigo&#8230; Se essa operação utiliza como garantia os títulos públicos, se esses títulos têm seus juros baseados na taxa SELIC e se essa operação é uma das mais seguras do mercado, todas as outras operações mais arriscadas irão tomar a taxa SELIC como referência para fazer o cálculo das suas taxas. Sendo assim, a ela acaba se tornando referência para todas as taxas da economia brasileira e se torna a conhecida &#8220;taxa básica de juros&#8221;.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Curiosidade!</strong> Existe também uma nomenclatura para a taxa de juros que é cobrada nos empréstimos entre os bancos. Ela é chamada de taxa DI (Depósito Interbancário) e é calculada fazendo-se a média das taxas cobradas em todos os empréstimos interbancários no decorrer de um dia.</p>
<p><span id="div1"> </span></p>
<p><strong>A sua influência nas nossas vidas</strong></p>
<p>Certo, você finalmente conseguiu entender o que é a taxa SELIC, por que ela é chamada taxa básica de juros e até o que é a taxa DI. Mas como que essas taxas todas influenciam nas nossas vidas?</p>
<p>Bem, basicamente através do crédito e da inflação.</p>
<p>1. No crédito</p>
<p>Querendo ou não, a nossa vida como consumidores é extremamente influenciada pelas taxas de juros dos empréstimos e financiamentos que contraímos para comprar imóveis, carros, produtos eletro-eletrônicos, etc. Agora me diga uma coisa&#8230; Você já parou para pensar de onde vem todo o dinheiro que nos é emprestado nesses financiamentos e empréstimos?</p>
<p>Dos bancos e financeiras, é claro. Essas entidades nos disponibilizam esse dinheiro a uma taxa de juros para que possam lucrar em cima de nós, pois sempre nos cobram juros mais altos dos juros que pagam nos seus empréstimos. É aqui que a taxa SELIC começa a influenciar as nossas vidas&#8230; Se ela influencia as taxas de juros dos empréstimos interbancários (dinheiro ao qual eles usam muitas vezes para nos fornecer o dinheiro que nós pegamos emprestado), consequentemente ela influenciará os juros que os bancos irão cobrar de nós.</p>
<p>Ou seja, quanto maior é a taxa SELIC, teoricamente maior serão os juros cobrados nos financiamentos e empréstimos.</p>
<p>2. Na inflação</p>
<p style="padding-left: 30px;">Você não sabe o que é inflação? Clique <a title="Como Tudo Funciona: O que é inflação exatamente?" href="http://empresasefinancas.hsw.uol.com.br/questao737.htm">aqui</a> e leia esse excelente texto para entender do que se trata.</p>
<p>Como visto acima, o crédito é altamente influenciado pela taxa SELIC e por consequência, o poder aquisitivo da população também (se existe crédito barato na praça, com certeza será muito mais fácil de comprarmos a tão sonhada televisão de plasma de 42 polegadas a &#8220;suaves&#8221; parcelas de R$200,00). Agora aqui vai uma nova informação: a taxa de inflação está diretamente ligada ao poder aquisitivo da população.</p>
<p>O aumento da inflação significa duas coisas:</p>
<ol>
<li>Os preços dos produtos estão aumentando</li>
<li>O poder aquisitivo da população está diminuindo</li>
</ol>
<p>Se tivermos mais dinheiro para comprar os produtos que desejamos e se tivermos mais crédito para financiar esses produtos, a lei da oferta e da procura dita que os preços irão subir por causa do aumento da demanda sobre esses produtos. É aqui que começamos a ver a inflação aumentando.</p>
<p>Se pararmos para puxar a memória, provavelmente lembraremos algumas declarações do presidente da república falando sobre o aumento na taxa básica de juros para controlar o aumento da inflação. Se a taxa básica (taxa SELIC) aumentar, o crédito na praça será mais caro, as pessoas irão pensar mais cautelosamente antes de contraírem dívidas e consequentemente a procura por produtos irá diminuir. Assim os preços irão novamente reduzir e a população poderá comprar mais.</p>
<p>-</p>
<p>Bom, essa foi a melhor forma que encontrei de explicar tudo. Você ainda tem dúvidas? Deixe um comentário logo abaixo e compartilhe-a com todos!</p>
<p><em>(créditos da foto para <a href="http://www.sxc.hu/">stock.xchng</a>)</em></p>
<p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
<a href="http://www.produzindo.net/o-que-e-a-taxa-selic-e-como-ela-afeta-as-nossas-vidas/">O que é a taxa SELIC e como ela afeta as nossas vidas</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Humor: Demissões Durante a Crise</title>
		<link>http://www.produzindo.net/humor-demissoes-durante-a-crise/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 14:47:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Pina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Não costumo postar esse tipo de conteúdo aqui, mas a imagem abaixo representa bem o que tem acontecido em muitas empresas. Esse achado foi encontrado no blog ConGestionando.</p><p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
<a href="http://www.produzindo.net/humor-demissoes-durante-a-crise/">Humor: Demissões Durante a Crise</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Não costumo postar esse tipo de conteúdo aqui, mas a imagem abaixo representa bem o que tem acontecido em muitas empresas.</p>
<p align="center"><img src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2009/02/demissoes-na-crise.jpg" alt="demissoes-na-crise" width="447" height="310" /></p>
<p>Esse achado foi encontrado no blog <a title="Humor: Demissões Durante a Crise" href="http://ogerente.com/congestionado/2009/02/27/humor-demissoes-durante-a-crise/" target="_blank">ConGestionando</a>.</p>
<p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
<a href="http://www.produzindo.net/humor-demissoes-durante-a-crise/">Humor: Demissões Durante a Crise</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Sinais de que a crise imobiliária dos EUA também ronda o Brasil</title>
		<link>http://www.produzindo.net/sinais-de-que-a-crise-imobiliaria-dos-eua-tambem-ronda-o-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 10:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Pina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Não sei se vocês sabem, mas eu moro em Brasília. Algum de vocês já tentou comprar um imóvel residencial nessa cidade? Não? Pois saiba que a situação aqui é crítica e se assemelha à dos EUA antes da crise imobiliária do ano passado.</p><p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
<a href="http://www.produzindo.net/sinais-de-que-a-crise-imobiliaria-dos-eua-tambem-ronda-o-brasil/">Sinais de que a crise imobiliária dos EUA também ronda o Brasil</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se vocês sabem, mas eu moro em Brasília. Algum de vocês já tentou comprar um imóvel residencial nessa cidade? Não? Então veja a situação&#8230;</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-608" title="cofrinho-porco" src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2009/02/cofrinho-porco.jpg" alt="cofrinho-porco" width="350" height="234" />Brasília tem o formato de um avião e a construção de prédios é regulada segundo o projeto original da cidade. Sendo assim, os prédios não podem ser construídos muito próximos uns dos outros, existe uma altura máxima de seis andares para cada prédio residencial, cada quadra (encare quadra como se fosse um quarteirão) tem que ter uma quantidade de área verde específica, etc. Traduzindo em miúdos: Brasília tem poucos lugares para se construir novos imóveis residenciais e a procura é altíssima.</p>
<p>Nesse cenário, temos um valor de metro quadrado altíssimo já que a quantidade de habitantes por metro quadrado da cidade é bem menor do que a de outras grandes capitais. Não é difícil você encontrar por aqui apartamentos de 31m² custando cerca de R$120.000,00. Por esse mesmo valor, é possível comprar apartamentos de três quartos em locais nobres de outras cidades brasileiras.</p>
<p>Se isso fosse um caso isolado de Brasília, tudo bem&#8230; Até dava para entender e aceitar sem se preocupar muito. O problema é que essa super valorização dos imóveis residenciais tem se expandido para o entorno. Outras cidades vizinhas e até mesmo áreas de subúrbio estão com uma super valorização talvez até mais alta do que a da capital brasileira. A coisa está fugindo do controle&#8230;</p>
<p>Você chegou a ler <a title="Produzindo: Entenda a crise econômica que estamos vivendo" href="http://www.produzindo.net/entenda-a-crise-economica-que-estamos-vivendo/" target="_blank">meu artigo</a> explicando sobre a <a href="http://www.produzindo.net/entenda-a-crise-economica-que-estamos-vivendo/" target='_blank' title='Entenda a crise econômica que estamos vivendo'>crise econômica</a> que estamos vivendo? Se leu, sabe que tudo começou com a crise imobiliária dos EUA que aconteceu pelo mesmo motivo: super valorização de imóveis.</p>
<p>E aí? Conseguiu enxergar um futuro semelhante para nós? Ou será que esse problema na nossa capital vai ser encarado isoladamente e não vai afetar o resto do país? Gostaria de ouvir a sua opinião. Para tanto, deixe um comentário abaixo me falando o que você acha disso e se a sua cidade também está passando por uma super valorização de imóveis.</p>
<p style="opacity:0.5;padding:0;margin:0;display:inline;"><sub><a href="#" onclick="window.open('http://www.janhvizdak.com/rdr.me.1'); return false;" target="_blank" style="cursor:help;"><b>&#187;crosslinked&#171;</b></a></sub></p><p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
<a href="http://www.produzindo.net/sinais-de-que-a-crise-imobiliaria-dos-eua-tambem-ronda-o-brasil/">Sinais de que a crise imobiliária dos EUA também ronda o Brasil</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Para onde foi o dinheiro perdido na crise?</title>
		<link>http://www.produzindo.net/para-onde-foi-o-dinheiro-perdido-na-crise/</link>
		<comments>http://www.produzindo.net/para-onde-foi-o-dinheiro-perdido-na-crise/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 10:02:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Pina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado financeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Passando os olhos rapidamente sobre as notícias no meu agregador de feeds, reparei em uma chamada para um artigo que me pareceu muito interessante: &#8220;Para onde foi o dinheiro perdido na crise?&#8220;. Agora que a crise está mais amena a pergunta é bem pertinente. Você já se perguntou para onde [...]</p><p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
<a href="http://www.produzindo.net/para-onde-foi-o-dinheiro-perdido-na-crise/">Para onde foi o dinheiro perdido na crise?</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-643" title="dinheiro-no-lixo-02" src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2008/11/dinheiro-no-lixo-02.jpg" alt="dinheiro-no-lixo-02" width="73" height="110" />Passando os olhos rapidamente sobre as notícias no meu agregador de feeds, reparei em uma chamada para um artigo que me pareceu muito interessante: &#8220;<a title="Tribuna do Norte: Para onde foi o dinheiro perdido na crise?" href="http://tribunadonorte.com.br/91262.html" target="_blank">Para onde foi o dinheiro perdido na crise?</a>&#8220;. Agora que a <a title="Produzindo: Entenda a crise econômica que estamos vivendo" href="http://www.produzindo.net/entenda-a-crise-economica-que-estamos-vivendo/" target="_blank">crise</a> está mais amena a pergunta é bem pertinente. Você já se perguntou para onde foi todo esse dinheiro? Talvez você se surpreenda muito ao saber que boa parte desse dinheiro nunca chegou a existir.</p>
<p>Se a leitura me pareceu interessante, com certeza muitas outras pessoas também o acharão. Veja abaixo o artigo na íntegra.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Nova York &#8211; Bilhões de dólares em valores de ações simplesmente desapareceram. Bilhões de dólares em forma de poupança evaporaram. Uma grande parcela do dinheiro pago por moradia, do dinheiro economizado para arcar com a educação das crianças, do capital necessário para que uma empresa pague seus funcionários sumiu. Seja um corretor de bolsa de valores ou um cidadão comum, se você tinha dinheiro aplicado num plano de aposentadoria privada 401(k)¹, num fundo mútuo ou numa poupança para pagar a faculdade de seus filhos, a baixa da bolsa de valores significa que você perdeu uma grande fatia de suas economias num intervalo de poucos meses. Mas se esse dinheiro não está com você, quem ficou com ele? Os grandes investidores de Wall Street? Os xeques² do petróleo da Arábia Saudita? O governo da China? Ou o dinheiro simplesmente evaporou?</p>
<p style="padding-left: 30px;">Caso uma pessoa tente averiguar o paradeiro de seu dinheiro desaparecido &#8211; descobrir quem ficou com ele, talvez até mesmo exigir sua devolução -, ficará decepcionada ao descobrir, para começar, que esse dinheiro nunca foi real. Robert Shiller, economista da Universidade de Yale, resumiu isso de maneira muito mais direta: a noção de que alguém perde um montão de dinheiro sempre que a bolsa cai é uma “falácia”. Ele esclarece que o preço de uma ação nunca é o mesmo que o dinheiro, mas sim “a suposição mais aproximada” do valor de uma ação. “Nós nos limitamos a registrar um indício do que acreditamos que seja o valor dessa ação na bolsa. É o preço pelo qual as pessoas estão dispostas a negociar hoje &#8211; e elas são muito, muito poucas pessoas. Desta forma, nos limitamos a pensar que seja essa a quantia que todo mundo acha que vale.”</p>
<p style="padding-left: 30px;">Shiller utiliza como exemplo um corretor de imóveis que certo dia avalia uma casa em US$ 400.000 e uma semana depois avalia o mesmo imóvel em US$ 350.000. “De certa forma, quando isso acontece, US$ 50.000 acabam de desaparecer. Mas esse valor existe apenas no pensamento.”</p>
<p style="padding-left: 30px;">Em outras ocasiões, no entanto, esses valores somem de verdade, como numa queda no mercado de valores ou numa redução dos preços dos bens. Mesmo que uma ação não seja uma cédula em sua carteira, mesmo que o valor de sua casa não seja algo que possa ser cobrado à vontade, existe a possibilidade de se perder dinheiro. Ou seja, o dinheiro que seria seu para gastar ao vender um imóvel ou para se aposentar com as economias de seu fundo de pensão.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Quando se está a poucos meses da aposentadoria ou se pretende vender uma casa para comprar outra menor e pagar os estudos universitários dos filhos, esse “dinheiro potencial” é algo com que se contava. Para quem precisa de dinheiro, principalmente se for de imediato, a perda é bastante real, apesar de não se ajustar exatamente à definição técnica de dinheiro. O problema começa quando a pessoa pensa que esse dinheiro potencial significa o mesmo que o dinheiro em sua carteira ou em sua conta corrente. “Isso é um grande erro”, observa o professor de economia Dale Jorgenson, da Universidade de Harvard.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Existe uma diferença clara: apesar de o dinheiro seguramente não sumir, a quantia que poderia ter sido ganha se a casa tivesse sido vendida ou se a aposentadoria tivesse sido sacada um ano atrás certamente poderia desaparecer. “Não é possível desfrutar dos benefícios de seu fundo de aposentadoria se ele desapareceu”, explicou Jorgenson. “Se ele estivesse todo investido em ações e baixado 80%, má sorte! Essa perda é permanente porque esse dinheiro não volta.”</p>
<p style="padding-left: 60px; text-align: right;"><em>Eric Carvin</em></p>
<p style="text-align: left;">¹ 401 (k) &#8211; Plano de aposentadoria muito comum nos Estados Unidos onde o valor que é retido na fonte relativo ao Imposto de Renda, fica em alguma aplicação até ser efetivamente retirado pelo governo. O rendimento fica para o beneficiário e não incide nenhuma taxa.<br />
² Xeque &#8211; Título dado à pessoas da Arábia Saudita</p>
<p style="text-align: left;">Não entende a <a href="http://www.produzindo.net/entenda-a-crise-economica-que-estamos-vivendo/" target='_blank' title='Entenda a crise econômica que estamos vivendo'>crise econômica</a> de 2008, chamada por muitos de &#8220;Crash de 2008&#8243;? <a title="Produzindo: Entenda a crise econômica que estamos vivendo" href="http://www.produzindo.net/entenda-a-crise-economica-que-estamos-vivendo/" target="_blank">Clique aqui</a> e saiba o que aconteceu desde o início.</p>
<p style="text-align: left;">
<p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
<a href="http://www.produzindo.net/para-onde-foi-o-dinheiro-perdido-na-crise/">Para onde foi o dinheiro perdido na crise?</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Entenda a crise econômica que estamos vivendo</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 10:02:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Pina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Não sou economista, mas estou há algum tempo lendo e prestando atenção no que está acontecendo com a economia por aí. Existem inúmeros artigos que explicam esses acontecimentos, mas poucos falam de uma maneira clara e simples para que todos nós, meros mortais, entendamos o que de fato está ocorrendo. [...]</p><p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
<a href="http://www.produzindo.net/entenda-a-crise-economica-que-estamos-vivendo/">Entenda a crise econômica que estamos vivendo</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Não sou economista, mas estou há algum tempo lendo e prestando atenção no que está acontecendo com a economia por aí. Existem inúmeros artigos que explicam esses acontecimentos, mas poucos falam de uma maneira clara e simples para que todos nós, meros mortais, entendamos o que de fato está ocorrendo. Quero hoje tentar explicar da maneira mais simples possível quais os fatos que fizeram todo esse alvoroço na economia mundial.</p>
<p><strong>Crise imobiliária</strong></p>
<p><a href="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2008/10/stock_crash.jpg"><img title="stock_crash" src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2008/10/stock_crash.jpg" border="0" alt="" width="130" height="168" align="left" /></a>Tudo começou com a crise imobiliária dos EUA. Essa crise começou por lá porque os bancos estavam oferecendo uma quantidade muito grande de crédito imobiliário, o que acabou incentivando por demais o setor. O problema é que os bancos não faziam um estudo decente sobre as possibilidades financeiras dos clientes, achando que bastaria cobrar juros mais altos para se protegerem da inadimplência e aumentar os lucros. Só que o tiro saiu pela culatra…</p>
<p>Como existia muito crédito na praça, os americanos foram às compras felizes e contentes porque estavam adquirindo a sua casa própria. Só que com isso o preço dos imóveis subiu muito e chegou ao ponto que alguns que originalmente valiam US$80 mil estavam sendo vendidos por US$200 mil.</p>
<p>O que aconteceu? Desgostosos por pagar preços exorbitantes nos imóveis e nos juros da sua hipoteca, os americanos começaram a deixar de pagar os bancos. Mas isso ainda não é o maior problema, o problema é que essa situação não aconteceu apenas em alguns casos isolados, aconteceu em massa.<br />
<span id="more-514"></span><em>&#8220;Mas os americanos pararam de pagar as suas hipotecas só por causa disso?&#8221;</em></p>
<p>Não. Os bancos não ofereciam crédito apenas para compra de imóveis. O crédito é oferecido para tudo, incentivando o consumo em diversas áreas. O problema é que isso aumenta muito o endividamento e as pessoas acabam por muitas vezes não conseguir pagar suas dívidas.</p>
<p>Com a crise já instaurada mas sendo negada por todos, começou a existir menos crédito na praça e o preço dos imóveis diminuiu por haver menos procura por eles. Nesse momento, muitos americanos viram seus imóveis desvalorizarem muito chegando ao cúmulo de eles deverem um valor absurdamente maior do que o valor que o imóvel realmente valia naquele momento. Ou seja, pessoas que compraram um imóvel por US$200 mil viram seu preço despencar para menos de US$100 mil. Assim, muitas pessoas acharam que não valia a pena continuarem pagando a hipoteca, mesmo que tivessem seus imóveis executados (retomados pelos credores, os bancos) judicialmente.</p>
<p>Como a inadimplência estava crescendo assustadoramente, os bancos começaram a sentir falta de dinheiro novo, dinheiro esse com que já contavam para várias outras operações financeiras. Esses empréstimos que os bancos fizeram são considerados por muitos um tipo dos chamados “ativos podres”.</p>
<p><strong>O que é um ativo? E um passivo?</strong></p>
<p>Existem inúmeras definições para esses termos, mas falando simplesmente, um ativo é alguma coisa que dá dinheiro para uma determinada pessoa enquanto o passivo o tira.</p>
<p>Por exemplo, se você tem uma casa e a aluga por um preço maior do que o que você gasta com impostos e manutenção, essa casa é um ativo. Quando você tem uma casa e não a aluga ou a aluga por um preço mais baixo que o que você gasta com impostos e manutenção, você tem um passivo.</p>
<p>Por isso que os bons economistas não consideram (na maioria das situações) a casa própria um ativo, tal como muitos gerentes de banco dizem. Fique esperto!</p>
<p><strong>O monstro chamado recessão</strong></p>
<p>Ouvimos muitas pessoas falando em recessão. Você sabe o que é isso?</p>
<p>A recessão acontece quando há uma grande diminuição no crescimento econômico de uma determinada região ou país. Os resultados são devastadores e incluem a diminuição do salário dos empregados, redução da produção e da oferta de serviços, desemprego etc.</p>
<p><em>&#8220;E agora? Estamos em recessão?&#8221;</em></p>
<p>O governo diz que não, mas alguns economistas afirmam que muitos países já estão em recessão. Tecnicamente falando, a recessão acontece quando o PIB de um país diminui por dois meses consecutivos e o Brasil ainda não se encaixa nesse quadro.</p>
<p><em>@Atualização em 05/02/2009<br />
A leitora Katia Campos deixou um comentário nos fazendo a pergunta abaixo e achei pertinente completar o artigo com mais essa informação.</em></p>
<p><strong>E como a crise afeta o Brasil?</strong></p>
<p>A economia mundial está vivendo um momento único na história. Estamos vivendo uma crise causada por outras crises. É é nisso que os governantes e grandes economistas estão trabalhando: uma forma de proteger outros países quando uma crise acontece em algum ponto isolado.</p>
<p>Mas como essa fórmula mágica ainda não apareceu, enfrentamos a crise também aqui no Brasil. Vários são os fatores que colaboram para isso. Veja alguns abaixo:</p>
<ol>
<li>Ativos podres<br />
Várias empresas brasileiras possuiam ativos estrangeiros que perderam muito do seu valor de mercado. Assim, estão mais cautelosos sobre os seus investimentos externos.</li>
<li>Crise de crédito<br />
Como essas empresas não estão fazendo bons investimentos externos, buscam fazer melhores investimentos aqui no Brasil. Isso significa que elas estão aumentando os juros do crédito para assegurar bons rendimentos nos seus ativos e compensar a falta de rendimento e o prejuízo dos ativos externos.</li>
<li>Recessão<br />
Com os juros do crédito mais altos, os brasileiros vão diminuir o consumo de bens duráveis e muitas vezes, até mesmo de bens não duráveis. Isso pode vir a causar uma recessão em um futuro próximo.</li>
<li>Crise nas montadoras<br />
Como até meados de 2008, as montadoras estavam tendo um volume recorde de vendas, sua produção aumentava cada dia mais até que chegou a crise. Com o crédito a juros mais altos, a quantidade de veículos sendo em oferta diminuiu consideravelmente.</li>
</ol>
<p>E por aí vai… É como os especialistas sempre dizem: a crise é uma bola de neve.</p>
<p><em>@Atualização em 15/06/2009</em></p>
<p><a href="http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1189140-10406,00-BRASIL+ENTRA+OFICIALMENTE+EM+RECESSAO.html" target="_blank">Agora é oficial, o país entrou em recessão.</a> No dia 09/06/2009 o IBGE anunciou que o PIB do país ficou em -0,8% em comparação com o trimestre anterior. O brasileiro está mais cauteloso ao comprar novos bens e os investidores estão mais cautelosos ao investir no Brasil. Mesmo assim temos um ganho acumulado de cerca de 60% na bolsa de valores desde o início do ano, o que para mim indica um forte sinal de recuperação.</p>
<p>Alguns outros textos que eu recomendo a leitura</p>
<ul>
<li><a title="Produzindo: Para onde foi o dinheiro perdido na crise?" href="http://www.produzindo.net/para-onde-foi-o-dinheiro-perdido-na-crise/" target="_blank">Para onde foi o dinheiro perdido na crise?</a></li>
<li><a title="Produzindo: Dicas de livros sobre a crise financeira" href="http://www.produzindo.net/dicas-de-livros-sobre-a-crise-financeira/" target="_blank">Dicas de livros sobre a crise financeira</a></li>
</ul>
<p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
<a href="http://www.produzindo.net/entenda-a-crise-economica-que-estamos-vivendo/">Entenda a crise econômica que estamos vivendo</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Qual é a relação do dólar com o mercado acionário?</title>
		<link>http://www.produzindo.net/qual-e-a-relacao-do-dolar-com-o-mercado-acionario/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 10:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Pina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Quem acompanha um pouco a economia sabe que nesses últimos tempos, a bolsa de valores tem tido fortes quedas e o dólar, fortes altas. O que gera esse &#8220;fenômeno&#8221;? Neste último sábado, ouvi essa pergunta pela quarta vez no último mês. Em todos os casos, foram novos investidores (leitores e [...]</p><p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-668" title="saco-de-dinheiro-thumb" src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2008/09/saco-de-dinheiro-thumb.jpg" alt="saco-de-dinheiro-thumb" width="156" height="200" />Quem acompanha um pouco a economia sabe que nesses últimos tempos, a bolsa de valores tem tido fortes quedas e o dólar, fortes altas. O que gera esse &#8220;fenômeno&#8221;?</p>
<p align="center">
<p>Neste último sábado, ouvi essa pergunta pela quarta vez no último mês. Em todos os casos, foram novos investidores (leitores e amigos) que estão procurando conhecer um pouco mais sobre economia a fim de terem bases mais firmes para fazer seus investimentos.</p>
<p>Decidi então escrever um artigo sobre o assunto para compartilhar essa informação com todos. <span id="more-444"></span>Só que logo depois de tê-lo escrito, achei um texto no <a title="Yahoo! Respostas: Dólar e bolsa de valores?" href="http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080904143417AA8WXN1" target="_blank">Yahoo! Answers</a> muito mais consistente do que o que eu tinha escrito. Decidi então compartilhá-lo com vocês. Boa leitura!</p>
<p><em>&#8220;Tenho uma duvida e gostaria que alguém me ajudasse a entender, em termos simples, que relação existe entre bolsa de valores e o dólar. Eu já percebi que toda vez que a bolsa cai o dólar aumenta e se a bolsa sobe, o dólar cai. Porquê acontece isso? Desde já, agradeço.&#8221;</em></p>
<p><em>* Resposta escrita por <a title="Yahoo! Respostas: BARBOSA" href="http://br.answers.yahoo.com/my/profile;_ylt=AkVubCOMiRGB.PLTLc7tg9u_7At.;_ylv=3?show=97d87f33ece2d1c2b9f13ad8a6b488e7aa" target="_blank">BARBOSA</a></em></p>
<blockquote><p>Para que agentes estrangeiros invistam no mercado brasileiro, seja por meio de especulação, seja por meio de produção eles precisam vender suas moedas (normalmente dólares) e comprarem moeda local (no caso o real). Ao fazerem isso eles fazem com que a moeda nacional se valorize em relação ao dolar, dado o aumento na demanda. Em outras palavras, ao se desfazerem de seus dólares para comprar reais, fazem com que o preço da moeda americana caia frente ao real provocando uma queda relativa em seu valor, ou seja, desvalorização.</p>
<p>Uma vez que eles já tenham os reais necessarios, eles agem junto a Bovespa para comprar as ações de empresas brasileiras que atuam junto a referida bolsa. Com isso, pela mesma lei de demanda que fez com que o real se valorizasse frente ao dolar, as ações também irão se valorizar dado o aumento da procura pelos papeis brasileiros. Isso fará com que o índice bovespa se valorize.</p>
<p>Como nosso câmbio é flutuante, o governo não se obriga a atuar de forma tão enfática no mercado, desta forma aumenta-se nossas reservas internacionais e consequentemente ficamos mais protegidos contra eventuais crises externas, dando-nos certa estabilidade e credibilidade internacional.</p>
<p>Quanto mais os estrangeiros investem no Brasil, mais reais eles demandarão e com isso mais desvalorizado estará o dolar frente ao real este mecanismo explica, em partes, o porque preço do dólar e o índice Bovespa caminham em sentidos opostos na imensa maioria das vezes.</p>
<p>Mas ressalto que nem sempre isso acontece. Ao invés, por exemplo, de comprar ações junto a Bovespa, investidores internacionais podem comprar títulos da dívida pública no Brasil, investir na produção por meio da ampliação de unidades fabris já instaladas ou na aquisição de empresas nacionais (muito comum recentemente com o setor bancário). Nestes casos os reais adquiridos não são direcionados à Bovespa e sim para outros fins. Neste caso haverá desvalorização do dólar, mas o iBovespa poderá subir ou cair puxados por outros motivos.</p></blockquote>
<p>Achei a explicação bem interessante e consistente. Se você ainda não entendeu, a coisa é simples: tudo baseia-se na lei da oferta e da procura. Quanto mais dinheiro brasileiro é necessário, maior o seu valor. Quanto menos, menor o seu valor. O mesmo acontece com as ações.</p>
<p>Portanto, se um investidor estrangeiro quer comprar ações (por exemplo) brasileiras, o preço das ações vai aumentar porque a demanda aumentou. E para compra-las, ele vai precisar comprar dinheiro nacional, aumentando também a sua demanda em relação ao dólar, o que faz o preço do dólar cair.</p>
<p>É isso aí. Se ainda ficou alguma dúvida, deixe um comentário e assim que der, irei responder.</p>
<p><br/>
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