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	<title>Produzindo.net &#187; Qualidade</title>
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	<description>Mercado de trabalho, empreendedorismo e organização na sua vida!</description>
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		<title>Princípio de pareto e a qualidade dentro de uma empresa</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 09:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Talita James</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Antes de mais nada, você sabe o que é o Princípio de Pareto? O Princípio de Pareto é uma Lei (sugerida por Joseph M. Juran) que afirma que 80% das conseqüências de um fenômeno são originadas por 20% das causas. O interessante é entender que utilizando-o corretamente, precisamos apenas de um [...]</p><p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
<a href="http://www.produzindo.net/principio-de-pareto-e-a-qualidade-dentro-de-uma-empresa/">Princípio de pareto e a qualidade dentro de uma empresa</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-1880" title="pareto-01" src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2009/12/pareto-01.jpg" alt="pareto-01" width="200" height="155" />Antes de mais nada, você sabe o que é o Princípio de Pareto?</p>
<p>O Princípio de Pareto é uma Lei (sugerida por Joseph M. Juran) que afirma que 80% das conseqüências de um fenômeno são originadas por 20% das causas. O interessante é entender que utilizando-o corretamente, precisamos apenas de um pequeno esforço para resolver grande parte de qualquer problema que tenhamos.<span id="more-1858"></span></p>
<p><strong>Princípio de Pareto e a Gestão da Qualidade</strong></p>
<p>A correta utilização do Princípio de Pareto depende de um pouco de organização e objetividade. A seguir, você encontrará um roteiro para montar um Diagrama de Pareto, que objetiva a identificação das principais causas de um determinado fenômeno tal como a queda da produtividade numa equipe.</p>
<ol>
<li>Determine seu objetivo<br />
Delimite com clareza o que deve ser investigado. Objetivos muito amplos não costumam ser interessantes. Aponte seus esforços em uma única direção. Por exemplo: produtividade, lucro, despesas, etc.</li>
<li>Defina aspectos<br />
Aqui você deve classificar as possíveis causas para as perdas no seu tema de investigação. Por exemplo: se você estiver investigando a redução na produtividade da sua equipe, pense no que pode estar causando isso. São exemplos a insatisfação profissional, aspectos ergonômicos, jornada de trabalho, etc. Nesta etapa, para identificar os aspectos é interessante utilizar outra ferramenta, o <a title="Wikipedia: Brainstorm" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brainstorming" target="_blank">brainstorming</a>.</li>
<li>Organização de dados<br />
Organize de forma visual os dados com as categorias definidas. Nesta etapa, procure identificar as ocorrências relacionadas a cada aspecto. Por exemplo: no que diz respeito a <a href="http://www.produzindo.net/como-manter-a-postura-no-computador/"  target='_blank' title='Como manter a postura no computador'>ergonomia</a>, podem ser avaliados quesitos como iluminação, qualidade das cadeiras utilizadas, temperatura ambiente, e vários outros. Organize cada ocorrência sob seu aspecto geral.</li>
<li>Cálculo de Freqüência<br />
Para cada aspecto, organize as ocorrências. Investigue (através de entrevistas, questionários ou observação) a freqüência das ocorrências com os envolvidos. Agrupe as ocorrências de baixa freqüência sob uma categoria “Outros”. Calcule o percentual referente a cada aspecto.</li>
<li>Trace o diagrama<br />
O diagrama apresenta uma ordem, uma priorização para resolução dos problemas.</li>
</ol>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1879" title="diagrama-pareto" src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2009/12/diagrama-pareto.jpg" alt="diagrama-pareto" width="425" height="301" /></p>
<p>Lembre-se que o objetivo é investigativo e demonstrativo, e não apenas demonstrativo. Portanto, antes de produzir um diagrama a ser apresentado na sua empresa, procure treinar com problemas reais do seu dia-a-dia e pratique, principalmente, a imparcialidade necessária ao método.</p>
<p><strong>Atualização em 17/12/2009:</strong> Atendendo a pedidos, estamos disponibilizando uma planilha com o diagrama de pareto. Clique <a title="Produzindo: Download da planilha do Diagrama de Pareto" href="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/documentos/diagrama-de-pareto.xls" target="_blank">aqui</a> para fazer o download.</p>
<p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
<a href="http://www.produzindo.net/principio-de-pareto-e-a-qualidade-dentro-de-uma-empresa/">Princípio de pareto e a qualidade dentro de uma empresa</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Como e por que testar produtos</title>
		<link>http://www.produzindo.net/como-e-por-que-testar-produtos/</link>
		<comments>http://www.produzindo.net/como-e-por-que-testar-produtos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 09:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Talita James</dc:creator>
				<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em uma das primeiras entrevistas de emprego que eu fiz depois de formada, me foi apresentada a seguinte pergunta/proposta/problema: “Você está trabalhando em uma fábrica de saleiros e sua função é a de testadora. Como você testa os saleiros?” À essas alturas do campeonato eu já estava considerando a minha [...]</p><p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
<a href="http://www.produzindo.net/como-e-por-que-testar-produtos/">Como e por que testar produtos</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma das primeiras entrevistas de emprego que eu fiz depois de formada, me foi apresentada a seguinte pergunta/proposta/problema:</p>
<p>“Você está trabalhando em uma fábrica de saleiros e sua função é a de testadora. Como você testa os saleiros?”</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1648" title="testes-01" src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2009/10/testes-01.jpg" alt="testes-01" width="180" height="203" />À essas alturas do campeonato eu já estava considerando a minha participação nesta entrevista uma piada. Como que um DIRETOR de uma empresa com mais de 6 mil funcionários me lança uma pergunta dessas? Veja bem, eu sou bibliotecária. Na época era uma bibliotecária recém-formada concorrendo a uma vaga de Gestora do Conhecimento. E o homem vem me falar de saleiros. A minha pífia resposta foi a seguinte (com um sorriso muito sem graça): “Agitando em cima da comida?!”.</p>
<p>Na época eu ainda ignorava quão importante é a fase de teste e avaliação de um produto antes de ele ser entregue ao cliente.</p>
<p>Após algum tempo trabalhando na empresa em questão <span id="more-1631"></span>(só Deus sabe como eu fui selecionada com uma resposta dessas), fui aprendendo a valorizar a fase de testes. Testar não é uma simples atividade, engloba todo um processo à parte que exige o entendimento dos seguintes passos:</p>
<ul>
<li>Entendimento do produto</li>
<li>Planejamento</li>
<li>Elaboração</li>
<li>Execução</li>
<li>Revisão</li>
</ul>
<p>Quando bem feitos, os testes evitam o retrabalho e prejuízo que poderiam vir a ser causados por uma verificação mais minuciosa do cliente.</p>
<p>Vamos então avaliar de forma bem sucinta as fases de teste mencionadas logo acima. O objetivo aqui é que cada um possa aplicar o procedimento como um todo às suas atividades diárias, no que diz respeito ao oferecimento de produtos e serviços, inclusive aos clientes internos da nossa empresa.</p>
<p><strong>Entendimento do produto</strong></p>
<p>Ao entendermos a fundo o produto (a que ele se dispõe, como será utilizado, etc.), começamos a perceber aonde de fato os testes são necessários. Em um projeto, geralmente temos o que é chamado de Requisitos do Produto. Esses requisitos são os primeiros (mas não únicos) pontos a serem avaliados. No exemplo do saleiro, poderíamos ter como requisitos:</p>
<ul>
<li>Tipo do saleiro (De mesa? Cozinha?)</li>
<li>Capacidade do saleiro (Quantos gramas de sal aguenta?)</li>
<li>Forma de distribuição do sal (Colher? Aplicador em furos? Qual o tamanho da colher ou dos furos?)</li>
<li>Material (Vidro? Cerâmica? Porcelana? Plástico?)</li>
<li>Resistência (a quedas ou temperaturas)</li>
<li>Impermeabilidade (pra evitar ter que colocar arroz no saleiro!!!)</li>
</ul>
<p>Enfim, esses (e talvez muitos outros) seriam os VÁRIOS os requisitos de um “simples” saleiro. E olha que aqui estamos falando apenas dos requisitos explícitos. Se a gente for falar de requisitos implícitos teríamos, por exemplo, o fato de que o saleiro não pode vazar, exceto pelo aplicador e se este for o caso.</p>
<p><strong>Planejamento</strong></p>
<p>Considerando o total de requisitos implícitos e explícitos, o testador deverá planejar os testes considerando todas as próximas fases, tempo que gastará em cada uma delas, ações a serem tomadas em caso de falha nos testes, tempo para re-teste e correção de defeitos, e outras fases que venha a julgar necessárias.</p>
<p><strong>Elaboração</strong></p>
<p>É momento em que o testador irá avaliar como cada requisitos implícito e explícito deverá ser testado. Para cada requisito deve haver no mínimo um teste. Ainda no caso dos saleiros, eles poderiam ser:</p>
<ul>
<li>Tipo de saleiro: avaliação visual das características básicas do tipo de saleiro escolhido. As características deveriam ser listadas para avaliação através de um check-list, por exemplo.</li>
<li>Capacidade do saleiro: pesagem do saleiro vazio e cheio para verificar se a capacidade está de acordo com o desejado.</li>
<li>Forma de distribuição do sal: novamente pode ser feita uma avaliação visual acompanhada por check-list.</li>
<li>Material: avaliação visual.</li>
<li>Resistência: Aqui o teste poderia envolver quedas de diversas alturas, exposição a temperaturas altas ou baixas, umidade (para o caso de materiais metálicos, que possam oxidar).</li>
<li>Impermeabilidade: exposição do saleiro cheio à umidade por determinado período.</li>
</ul>
<p>É essencial descrever os parâmetros desejados para guiá-lo na execução dos testes e compará-los com os resultados obtidos.</p>
<p><strong>Execução</strong></p>
<p>O testador deve considerar todo o planejamento e elaboração do teste para realização do mesmo. Os resultados devem ser registrados e analisados posteriormente.</p>
<p><strong>Revisão</strong></p>
<p>Este é o momento em que <span style="text-decoration: underline;">outro testador</span> irá avaliar o trabalho realizado pelo companheiro. Não é a realização de novos testes, mas a verificação se tudo foi feito conforme deveria e se os resultados obtidos conferem.</p>
<p>Hoje, depois de passar por ciclos e mais ciclos de testes de software consigo entender a importância do processo e isso me ajuda aplicar mais atenção na finalização das minhas tarefas, revisando-as e testando-as antes de encaminhá-las pra quem quer que seja. Sim, o conceito de testes pode ser aplicado também às atividades do seu trabalho!</p>
<p>E você? Tem alguma técnica de revisão ou teste que utiliza no seu dia-a-dia? Compartilhe nos comentários!</p>
<p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
<a href="http://www.produzindo.net/como-e-por-que-testar-produtos/">Como e por que testar produtos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Qualidade e as expectativas do cliente</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 09:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Talita James</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Engraçado como os maiores conceitos de nossas vidas podem surgir das coisas mais simples do dia-a-dia. Depois de tanto tempo trabalhando na área de qualidade, já havia me dado conta que certificados na parede não são sinônimos de produtos ou serviços de qualidade, e sim de processos aderentes a uma [...]</p><p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
<a href="http://www.produzindo.net/qualidade-e-as-expectativas-do-cliente/">Qualidade e as expectativas do cliente</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçado como os maiores conceitos de nossas vidas podem surgir das coisas mais simples do dia-a-dia.</p>
<p>Depois de tanto tempo trabalhando na área de qualidade, já havia me dado conta que certificados na parede não são sinônimos de produtos ou serviços de qualidade, e sim de processos aderentes a uma determinada norma. Sim, eu acredito que é possível estar aderente aos maiores modelos e normas de qualidade e oferecer produtos e serviços bem ruins. Mas este não é o nosso foco. Não hoje.</p>
<p>A questão é que mesmo sabendo da diferença entre ter certificados e ter qualidade, eu não conseguia definir, afinal de contas, o que é ter qualidade. Percebem? Trabalhando com a questão ficando cada vez mais profunda e difícil na minha cabeça.<span id="more-1232"></span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1233" title="garcom" src="http://www.produzindo.net/wp-content/uploads/2009/05/garcom.jpg" alt="garcom" width="450" height="338" /></p>
<p>Pois bem. No sábado a noite saí com meus pais e fomos a um boteco da cidade. Lá, eu percebi que existe uma grande diferença entre atender a requisitos (fundamental em qualquer modelo de gestão da qualidade) e explorar esses mesmos requisitos.</p>
<p>Pra mim, em um bar, é requisito que a cerveja esteja gelada e que um garçom me atenda. Acho que todos esperam isso, certo?</p>
<p>Agora, que o garçom perceba que a fumaça de um cigarro me desagrada e me ofereça prontamente uma mesa melhor (sem fumantes), isso é explorar o requisito, garantindo algo que não estava explícito: o conforto.</p>
<p>Para mim, o garçom pedir desculpas por não poder oferecer um item do cardápio é requisito obrigatório. Chama-se educação. Quando ele me oferece, de cor e salteado, todos os itens que possuem características semelhantes, ele está me conquistando como cliente e garantindo a minha satisfação (e permanência no bar).</p>
<p>Poderia citar inúmeras ações do garçom que fizeram com que eu o elogiasse no fim da noite. Ele superou minhas expectativas.</p>
<p>Parece bobagem, principalmente tomando um assunto de fim de semana como base. Mas a sutileza dos nossos atos e a nossa preocupação com o que está implícito, isso sim é que garante qualidade em nossos produtos e serviços.</p>
<p>Você já sabe se seu cliente é fumante ou não fumante?</p>
<p>(créditos da foto para <a href="http://www.sxc.hu/">stock.xchng</a>)</p>
<p><br/>
Confira o artigo original publicado pelo Produzindo.net:
<a href="http://www.produzindo.net/qualidade-e-as-expectativas-do-cliente/">Qualidade e as expectativas do cliente</a></p>]]></content:encoded>
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