Bom, em primeiro lugar, vamos à uma definição:
“Dá-se o nome de feedback às ações que têm seu efeito informado claramente para uma pessoa a fim de permitir ajustes nas futuras ações. Assim, por exemplo, o termômetro do carro tem uma ação de feedback ao informar ao motorista a temperatura do motor e ajudar-lhe a tomar a decisão de desligar o carro, caso ela esteja alta.”
A coisa toda é fácil entender. Muitas pessoas acham até que seja fácil fazer. E é! O problema é que a maioria não entende o objetivo e faz tudo errado.
Considerem um profissional de TI dando a sua primeira palestra para um público grande. Muitas coisas se passam na cabeça de um indivíduo nessa situação. Quando a palestra terminar, a primeira coisa que ele irá fazer é perguntar para alguém como foi a palestra. Essa solicitação é uma solicitação de feedback.
Ok, agora sabemos o que é e uma situação em que seria útil pedi-lo. Mas como fazer um bom feedback?
Ainda no caso do palestrante, o que temos que pensar é o que ele quer saber quando fez a solicitação do feedback. Se eu estivesse no lugar dele, estaria querendo saber sobre minha postura, sobre minha dicção, sobre o tema abordado, se foi bem abordado, se andei muito falando, se falei pouco, se enrolei, etc.
O que o palestrante quer saber é sobre ele. Opiniões são sempre bem-vindas, mas para ele, o que realmente importa é saber o que ele fez, como ele fez e o que ele não fez. Portanto, quando alguém lhe solicitar um feedback, faça uma análise completa sobre o acontecimento e o detalhe bem para o solicitante pois é isso que ele quer ouvir!


