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30

out
Publicado por Bernardo Pina na categoria Desenvolvimento pessoal

Você escreve bem?

Se a resposta para a pergunta acima é “não”, você já parou para se perguntar o porque disso? Muitas pessoas simplesmente sabem que não escrevem bem e não fazem nada para mudar isso.

Ninguém nasce sabendo! Se você quer escrever bem e gostaria de mudar a sua situação, aqui vão algumas dicas rápidas que podem te ajudar no meio do caminho:

  1. Escreva muito.
  2. Leia muito.
  3. Agende um horário para você escrever.
  4. Procure comunidades de outros escritores.
  5. Para textos com muitas páginas, um esboço é fundamental.
  6. Não desista logo de uma idéia que não está funcionando. Faça ela funcionar!
  7. Sempre leve consigo um bloquinho de notas.
  8. Seja liberal com seus rascunhos. Escreva o que quiser e se forem numerosos, numere-os.
  9. Reduza, reuse, recicle.
  10. Guarde sempre uma cópia do seu trabalho.
  11. Se você está escrevendo sobre fatos, salve e organize suas citações.
  12. Bons escritores nunca estão plenamente satisfeitos com seus textos.
  13. Se entitule “escritor”.

Fonte: lifehack.org.

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29

out
Publicado por Bernardo Pina na categoria Desenvolvimento pessoal

Você sabe qual é a melhor forma de assimilar conhecimento? Quando você precisa estudar sobre algum assunto, o que você procura primeiro? Um livro, uma pessoa para explicar, tenta aprender sozinho usando sua própria lógica ou tudo junto?

Existem várias formas para se aprender alguma coisa (seja o que for), mas sempre tem uma forma que é mais eficiente que todas as outras nos fazendo entender e aprender muito mais rápido. Eu, por exemplo, não consigo aprender apenas lendo livros. O método que mais funciona comigo é ler sobre o que eu quero aprender e depois parar para entender e fixar melhor o que foi lido. Conversar com outras pessoas e realizar testes (dos mais variados) também faz parte apesar de não ser o foco.

Saber qual é a forma que te permite aprender mais rapidamente vai te ajudar muito. Temos uma redução considerável de horas de treinamento e estudo se nós já soubermos como fazer isso.

Logo abaixo, estou citando os principais tipos de memória. Sabendo onde você se encaixa, você poderá dar um foco maior às atividades correspondentes. Leia, entenda e descubra qual se aplica a você.

Memória visual

Os nossos sentidos estão íntimamente relacionados à eficiência do nosso aprendizado. A visão é um dos sentidos mais utilizados para aprendermos sobre algo.

Quando estamos estudando para uma prova, por exemplo, é muito comum guardarmos a informação em forma de imagem. Quando precisarmos responder uma questão da prova, iremos buscar a imagem da página do livro ou do quadro negro onde lemos a informação necessária. Iremos lembrar vários dados do local físico onde estudamos tal como cor da letra, a fonte da letra, localização da informação, imagens laterais, etc.

Considero esse tipo de memória uma das mais eficazes para guardar informações pois armazenamos a informação que desejamos e também informações paralelas.

Memória auditiva

A memória auditiva é usada quando você ouve uma palestra, por exemplo. Nesse caso, as informações passadas pelo palestrante são melhor assimiladas pelo seu cérebro pois estão associadas ao entendimento do que foi dito (já que o palestrante está lá para te fazer entender e não para apenas jogar informações na sua mente).

Tal como a memória visual, você armazena junto com a informação desejada, outras informações físicas paralelas. Voltando ao exemplo da prova, para lembrar a resposta de uma questão, você pode recorrer à memória auditiva para lembrar do que um professor falou durante a aula. Você também irá lembrar da voz, da entonação, do sentimento que você teve ao ouvir, etc.

Memória empírica

Bom, primeiramente você sabe o que é empirismo?

“Na filosofia, Empirismo é um movimento que acredita nas experiências como únicas (ou principais) formadoras das idéias, discordando, portanto, da noção de idéias inatas.”

A memória empírica é também chamada de “experiência de vida”. É aquela memória que vem de alguma experiência (boa ou ruim) sofrida por uma pessoa. Quando você passa por uma situação de vida que é importante de alguma forma, você vai se lembrar facilmente dela. Esse tipo de memória normalmente não podemos controlar pois não controlamos quando iremos passar por alguma dessas experiências. O que podemos fazer é tirar o máximo de proveito possível pensando nos pontos altos e baixos do que aconteceu.

Existem outros tipos de memória mas eu resolvi citar apenas os mais comuns. Você se encaixa em algum desses tipos acima?

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22

out
Publicado por Bernardo Pina na categoria Produtividade

Há alguns anos um aventureiro bilionário chamado Steve Fossett quebrou o record de viajem ao redor do mundo… Sozinho. Foram apenas 60 minutos de sono em 67 horas de vôo. Esses 60 minutos foram quebrados em cochiladas de dois a três minutos cada.

“Eu dormi quando precisava e sempre acordava renovado.”

Então, o que torna um cochilo em uma fonte de energias? O que o diferencia de uma boa e longa noite de sono?

Pense no no cochilo como um investimento no menor tempo possível com um maior retorno que você já viu. Cada dia que passa temos menos tempo para realizar as nossas atividades pessoais, para nosso lazer e até para dormir. Tirar alguns minutos de sono faz muito bem à saúde pois recarrega nossas baterias para continuar o nosso dia.

“Ok, faz bem a saúde. Mas o que exatamente é beneficiado?”

O funcionamento do coração, gerenciamento de hormônios e cicatrizações, diz a Dra. Sara Mednik, cientista do Salk Institute à frente dos estudos sobre o sono.

“Esses cochilos rápidos ajudam na recuperação e manutenção de pacientes maximizando esses benefícios. Isso acontece quando o paciente entra e sai da fase de sono rejuvenescedor rapidamente.”, diz Mednik.

Como funciona?

O sono se divide em cinco estágios cíclicos durante a noite (cada ciclo durando de 90 a 120 minutos). Um cochilo eficiente inclui apenas os dois primeiros estágios. A primeira fase visa levar a pessoa a dormir diminuindo as descargas elétricas no cérebro, movimento dos olhos, movimento dos músculos e a respiração. A segunda fase é onde o corpo recebe uma carga de hormônios que visa o relaxamento como preparação para as próximas fases. Aqui, seus neurônios ainda estão em atividade e quando você acorda, você não só se sente bem e renovado como consegue raciocinar bem mais rápido do que antes.

Problemas

Um problema muito comum é quando o tempo de durção do sono se alonga o suficiente para entrarmos no terceiro estágio do sono. Se isso acontecer, é provável que o efeito seja o inverso do esperado. Na terceira fase do sono, os neurônios entram em estado de dormência. É o chamado sono profundo. Se acordamos durante esse estágio, iremos enfrentar uma dificuldade maior de raciocínio pois nossos neurônios estão “dormindo” e temos que acordá-los!

Tirando um cochilo perfeito

Todos nós temos a capacidade de fazer o proposto acima, mas para isso é necessário respeitar algumas regras. A Dra. Sara Mednik tem algumas dicas:

  1. Reconheça que você está precisando dormir e saiba que um cochilo irá torná-lo muito mais produtivo depois que você acordar;
  2. Tente cochilar de manhã ou, no máximo, depois do almoço. Estudos nos falam que a parte da tarde nos torna mais suscetíveis a entrar em sono profundo, o que pode nos deixar com raciocínio afetado (grogue).
  3. Evite consumir grandes quantidades de cafeína e de comidas que tem muita gordura e açúcar. Esses alimentos drenam a nossa capacidade de dormir bem. Ao invés disso, uma ou duas horas antes do cochilo, prefira alimentos ricos em cálcio e proteínas.
  4. Escolha um lugar limpo e calmo, livre de telefones e outros incovenientes.
  5. Tente deixar o local mais escuro ou use um protetor. Escuridão estimula a melotonina, o hormônio do sono.
  6. Lembre-se que a temperatura do corpo cai quando dormimos. Aumente a temperatura do local ou use um cobertor.
  7. Com o ambiente preparado, prepare um alarme para a duração de sono desejada (veja abaixo).

Quanto tempo deve durar?

10 a 40 segundos: Estudos do sono ainda não concluíram os benefícios desses intervalos breves. Eles são aqueles momentos que nós dormimos no ônibus (as vezes caindo sobre o ombro de alguém).

2 a 5 minutos: Surpreendentemente efetivo no combate à sonolência.

5 a 20 minutos: Melhora nosso estado de alerta, nossa stamina (força física), aprendizado e performance.

20 minutos: Esse é o tempo ideal. Inclui todos os benefícios acima e ainda melhora a memória muscular e limpa o cérebro de informações inúteis, o que aumenta a produtividade da nossa memória.

50 a 90 minutos: Bom para melhorar a nossa percepção. Também ajuda no reparo de ossos e músculos.

Espero que você tenha entendido um pouco sobre o nosso sono. Agora temos condições para poder determinar quanto tempo irá durar a nossa cesta ou aquele cochilo antes das aulas. São todos muito benéficos, desde que feitos da forma certa.

Fonte: Men’s Journal

Update: Ao Chato de Plantão (nome pelo qual ele se identificou no comentário) que ajudou mostrando um problema no post, obrigado. Mas peço à quem quiser ajudar de qualquer forma, que se identifique no comentário ou através de um email válido pelo formulário de contato. Dessa forma poderei agradecer as dicas de forma eficaz. =)

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