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19

nov
Publicado por Bernardo Pina na categoria Mercado de trabalho

Vocês já pararam para pensar nisso? Quantas pessoas você conhece que sabem se comunicar nessa língua? Eu não conheço nenhuma. Ainda…

No governo Lula as negociações com a China aumentaram significativamente. Investidores chineses e brasileiros estão apostando nessa parceria, o que pode ser muito vantajoso para os pequenos e médios empreendedores e para assalariados.

Ideograma Chines - KamiAlgumas pessoas que tem uma visão positiva em relação à esse investimento, estão investindo na sua carreira estudando a língua chinesa, o mandarim. A língua é difícil de aprender, pois existem muitas formas de falar uma mesma palavra e cada forma tem um significado completamente diferente.

Aqui vai a dica: pergunte aos seus colegas de trabalho, faça uma pesquisa na internet e descubra o mercado que existe para as pessoas que sabem falar mandarim. Se for o caso, invista também na sua carreira e entre para um curso.

Obs.: Se você já se encontra nesse meio, compartilhe conosco deixando um comentário falando sobre o mercado para pessoas que saibam se comunicar nessa língua. O Produzindo.net agradece!

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7

nov
Publicado por Bernardo Pina na categoria Desenvolvimento pessoal

Já li em alguns lugares que o Brasil é um país que tem um crescimento absurdo de novos empreendedores. Ao mesmo tempo o país que tem mais micro empresas que estão falindo ou já o fizeram. Temos o potencial, mas o que faz dar tudo errado?

A maioria das pessoas, quando vai abrir um negócio, ou abre um negócio em uma área já saturada ou quer reinventar a roda (e neste ultimo caso, ainda faz mal feito). O mercado não funciona assim!

Temos que inovar!

O cliente é um ser sedento por novidades, principalmente os que tem mais dinheiro para gastar. Se você apresenta a ele um produto semelhante a outro produto que ele já compra, ele provavelmente vai continuar comprando o outro produto e não o seu!

“Ok, me ajude! Como faço para ter boas idéias?”

Bom, as idéias mais criativas vem de insights fulminantes. Mas se você não é uma pessoa que tem isso naturalmente, não fique triste, para tudo há solução!

Eu sou o tipo de pessoa que não costuma ter esses insights. Mas eu não desisto e é isso que faz a diferença. Já perdi a conta de quantas vezes na minha vida eu já precisei de idéias para alguma coisa e, pensando muito durante muito tempo, a idéia vinha. Um exemplo claro disso é este blog… Eu queria muito construir um blog, mas não sabia sobre o que. Eu queria criar um blog de nicho e a idéia sobre a sua temática simplesmente não vinha. Apenas depois de 4 meses (janeiro a abril de 2007) pensando em várias alternativas, consegui chegar à um modelo ideal. Como? Persistência e estudo.

Costumo dizer aos meus amigos que existem dois tipos de pessoas nesse mundo (em matéria de criação e aprendizado):

  1. As que nasceram para fazer uma coisa
  2. As insistentes (meu caso)

Portanto, se você precisa fazer algo mas não tem idéia por onde começar, fica aqui as duas dicas que irão te salvar:

  • Saiba esperar
  • Seja insistente

“Os mais fortes de todos os guerreiros são estes dois — Tempo e Paciência.”
Leo Tolstoi

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5

nov
Publicado por Bernardo Pina na categoria Negócios

Semana passada recebi um email de uma empresa de comunicação que está começando. Eles queriam saber se eu possuo algum modelo pronto de contrato de prestação de serviços… Trabalho como freelancer a anos, mas a minha resposta foi a seguinte: NÃO.

“Como assim? Todo freelancer que se preze cria contratos de prestação de serviço, isso é básico!”

Sim, é verdade. Mas eu nunca disse que eu não faço contratos com as empresas para quem presto serviços. Eu só não possuo um modelo fixo para todos os contratos pois todos os projetos freelancer que eu ja trabalhei eram muito diferentes uns dos outros.

Mas calma, não se desespere, tudo tem solução…

Essa formula mágica de contrato que muitos procuram tem uma estrutura básica que devemos incluir. Considero que isso seja apenas 50% apenas do contrato mas é como eu disse: isso é básico, precisa ter!

Antes de mais nada, como um bom analista de sistemas, sempre realizo entrevistas abordando os aspectos gerais e detalhados do projeto. Descobrir isso é de suma importância não só para calcular o valor do projeto, mas também porque você irá detalhar no escopo do contrato cada item que será feito. Também irá informar no contrato que qualquer item pedido que não está no escopo está sujeito a reajuste no valor do projeto. Com as informações sobre o projeto em mãos, vamos ver quais itens são básicos nos contratos:

  • Objeto
    No objeto de um contrato, escrevemos do que se trata o projeto, quem está criando o projeto e para quem estamos criando.
  • Escopo
    Aqui detalhamos com clareza tudo o que será feito no projeto desde as atividades (mão-de-obra) até os artefatos criados.
  • Itens não inclusos na proposta
    É muito importante que deixemos bem claro para o cliente o que não iremos fazer. Uma coisa muito comum de se acontecer é o cliente achar que uma coisa estava inclusa em alguma parte projeto, sendo que não estava.Um exemplo (que eu ja vi acontecer) é o cliente achar que a contratação de uma empresa de hospedagem estava inclusa num projeto de criação de um website.
  • Serviços adicionais não remunerados
    Aqui podemos colocar algumas “firulas” para deixar o cliente feliz. Coloque coisas que você já vai fazer, mas que o cliente pode achar que você está dando. Isso serve para deixá-lo mais feliz e mais disposto.
  • Serviços adicionais remunerados
    É comum vermos falhas nos projetos dos clientes. Se conseguirmos identificar alguma coisa que não foi pedida mas que achamos que pode melhorar o projeto, podemos oferecer como serviço adicional cobrando uma taxa adicional, claro! ;)
  • Garantia
    Qual é a garantia que damos para o cliente, após a entrega do produto? Quem garante que o produto estará legal e do jeito que o cliente queria? O que eu dou de garantia para meus clientes é um período de testes de 31 dias corridos após a primeira entrega. Os problemas encontrados nessa fase são resolvidos sem custos adicionais.
  • Prazos
    Nenhum cliente vai pagar por algo que não tem prazo para se terminar. Precisamos fazer nossos cálculos para ver em quanto tempo iremos concluir o projeto e colocar isso no contrato.
  • Valores
    O valor do projeto deve ser especificado no contrato.
  • Opções de pagamento
    É importante definir como o pagamento será efetuado, em quantas parcelas, forma de pagamento, etc..
  • Observações gerais
    Podemos inserir uma cláusula com quaisquer outras coisas que você queira falar e que não entram nos tópicos acima.

Essas são apenas algumas idéias que devem ser postas no contrato. Após a elaboração da proposta, uso algum advogado para colocar tudo o que eu escrevi em termos jurídicos. Aí é só submeter o contrato para que o cliente aprove. Aprovado é só assinar e mãos a obra!

Quaisquer complementos e sugestões são bem-vindos! =)

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1

nov
Publicado por Bernardo Pina na categoria Negócios

Estava eu a passear nos posts mais votados no Rec6 quando me deparei com este artigo sensacional: Marketing de Guerrilha - Mente criativa.

Marketing de Guerrilha é algo que sempre desperta meu interesse. Quando entrei lá, vi que o artigo na verdade não falava muito sobre como é feita essa modalidade de marketing, suas teorias, etc, mas sim cita um exemplo de uma pessoa que bolou uma estratégia mais do que fantástica para atrair a atenção dos seus clientes. Vejam abaixo um pedaço da dessa experiência citada no artigo.

“Eu comecei meus serviços de consultoria de marketing de guerrilha no interior de São Paulo, onde a caipirada tem medo de ousar. ( Sou caipira tambem, que ninguem se ofenda hein huahua)

Eu todo o mês fazia uma lista de 10 empresas para atacar. Criava uma ação de guerrilha pra cada uma e executava elas sem consultar o dono das empresas. Fazia elas na cara dura. Daí depois de uma semana eu enviava uma caixa por correio pra cada uma das empresas atacadas, direcionada ao chefão de lá.

Olhando por fora da caixa parecia que tinha sido enviada por um detetive particular. Escrevi DETETIVES PANTERAS - Nada escapa dessas feras. Tinha uma lupa gigante como logotipo. O cara abria a caixa e encontrava um cartão bem grande dizendo: Eu sei quem andou mexendo no seu marketing!

“Embaixo do cartão tinha um envelope com varias fotos da ação realizada pra eles. Aquelas fotos grandes em preto e branco que nem nos filmes! Tinha fotos do antes, durante, e depois da ação. Nas fotos em que eu aparecia eu era marcado com um circulo vermelho!

Embaixo do envelope coloquei meu cartão de visitas, e colado no cartão um post it amarelinho, nele escrevi: Se quiser pegar o engraçadinho aqui está o cartão dele!

O resultado foi que no mesmo dia que as caixas eram entregues o dono ligava pra mim. Davam gargalhadas no telefone por acharem todo o processo interessante e ousado e me falavam entusiasmados do resultado positivo que a ação que fiz teve.”

Ao meu ver, os brasileiros se preocupam mais em copiar do que criar, esse é nosso mal. Ver um exemplo de criatividade e ousadia como esse nos motivam a querer criar e inovar.

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31

out
Publicado por Bernardo Pina na categoria Administração

“O nome parece estar relacionado a algo na Internet, mas Escritório Virtual (EV) é um espaço físico que chega a reunir, em um mesmo prédio, o endereço de centenas de empresas que dividem, entre elas, todas as despesas com infra-estrutura e pessoal, incluindo o “cafezinho”. Uma excelente opção para quem está começando seu negócio.” Gestão & Negócios nº19

Esse parágrafo foi retirado da revista Gestão & Negócios número 19. Confesso que antes de ler o artigo, não conhecia esse conceito tão atraente. Você consegue imaginar as facilidades que um sistema como esse pode nos proporcionar? Criar uma empresa sem investir rios de dinheiro em infra-estrutura em funcionários parece um sonho. Não é mais…

Os EV’s normalmente tem vários planos de assinatura mensal à disposição do cliente. Os mais básicos incluem os serviços personalizados de recepção e telefonia. Em uma das empresas pesquisadas na revista, este serviço básico custa apenas R$169,00 mensais.

Veja abaixo a lista completa de serviços:

  • Endereço comercial/empresarial;
  • Sala executiva;
  • Sala de treinamento;
  • Sala de reunião;
  • Serviço de copa com café, água e jornal;
  • Serviço de limpeza;
  • Acesso à internet banda larga;
  • Atendimento telefônico personalizado;
  • Anotação de recados (são retransmitidos por celular e email);
  • Ramal nas salas
  • Recepcionista mono ou bilíngue;
  • Caixa postal própria;

Se você quer abrir uma empresa e não possui muito capital para investir em infra-estrutura, pense com carinho nessa possibilidade pois pode ser a chave para o crescimento da sua empresa.

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24

out
Publicado por Bernardo Pina na categoria Administração

Gente, de onde vem essa cultura que vivemos hoje (no Brasil) onde o funcionário praticamente não é gente? O que leva os nossos gerentes a achar que todos são substituíveis?

De certa forma, essa última frase é até verdade. Mas existem inúmeras perdas (não estou falando só de dinheiro) para a empresa quando um funcionário sai.

Conheço uma empresas de renome no mercado onde o trabalho é praticamente em regime de prisão ou ditadura. Que mundo é esse?

Mais uma vez, gostaria de mostrar um trecho do livro “Você está louco!” de Ricardo Semler:

“Fizemos um levantamento e descobrimos que somente os funcionários da Semco gastam cerca de um milhão de horas por ano no trânsito. Isso sim é problema da empresa. Por que arrastar as pessoas cidade a fora para uma sede longínqua? Por que pensar que o problema é do funcionário e que a hora de “entrar no serviço” é que marca o início do dia? As pessoas que chegam ao trabalho - quase a totalidade - depois de ônibus abarrotados, congestionamentos, fechadas e risco constante de colisões de pára-choques, assaltos no sinal de trânsito e celulares que vivem sendo desconectados, são pessoas saudáveis e produtivas, que começam o dia com vigor?

Determinamos a meta de 300 mil horas de redução, em dois anos, do tempo gasto no trânsito. Envolve o programa do fim da sede, onde as pessoas podem usar qualquer dos 14 escritórios espalhados por São Paulo e 6 no Rio de Janeiro, o horário altamente flexível, que permite que o funcionário fuja dos picos de tráfego, e também um estudo demográfico que troca de função as pessoas que moram longe de um local de trabalho fixo. Procuraremos algo na sua capacitação mais perto da sua casa, e trocaremos com outra pessoa.”

Creio que grande parte do crescimento do Grupo Semco se deu devido às suas políticas de co-gestão, onde o funcionário (de qualquer nível) tem participação ativa dentro das decisões da empresa. Essa mentalidade vem do pensamento criado por eles: “Quem melhor para saber o que é necessário em uma fábrica do que o próprio operário que a usa?”.

O modelo de gestão que vivemos hoje está cada vez mais decadente. Por sorte, algumas empresas já estão enxergando os benefícios da mudança e já estão aderindo à esse novo modelo. Se você parar pra pensar, duas gigantes de tecnologia, Google e Microsoft, dão grandes liberdades aos seus funcionários. O Google, em específico, dispõe de salas de entretenimento com videogame! Você já viu isso em alguma outra empresa aqui no Brasil?

Para mim, o fator fundamental de melhoria não é a liberdade do funcionário, mas sim o seu respeito e valorização. Antes, várias empresas davam vários benefícios tal como o quinquênio, anuênio, salário aniversário, dia de folga (abonos), etc. Hoje, cada vez menos empresas dão esses bônus. Por quê? Acho que deveria ser o contrário. Os benefícios deveriam aumentar, não diminuir!

Bom, falo muito sobre esse modelo né? Eu gostaria agora de ouvir vocês! Gostaria de saber a sua opinião sobre isso tudo e gostaria de ouvir comentários sobre outros modelos. Afinal, “não só de pão vive o homem”.

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