Há cerca de 200 mil anos, começava timidamente a aparecer na terra a espécie animal que viria a se tornar o que conhecemos hoje pela raça humana. Naquela época, não havia cidades, não havia aviões, não havia dinheiro, não havia inúmeras coisas que fazem o nosso dia a dia ser o que é hoje. De fato, a vida naqueles tempos era tão simples que seria possível resumir as atividades humanas durante o dia em 3 atividades principais: sobreviver, se alimentar e procriar.

Hoje, a nossa vida é muito mais complexa, e não seria possível resumir nosso dia-a-dia em apenas 3 atividades. Contudo, se eu fosse começar a elaborar uma lista com as principais atividades que a maioria das pessoas realiza nos dias de hoje, eu certamente iria começar pelo trabalho. Por quê? Porque simplesmente gastamos boa parte do nosso dia em atividades que vão nos gerar renda.

Com isso em mente, muitas pessoas tomam muito cuidado com a profissão que vão escolher para si, e com a escolha das empresas onde vão trabalhar. Afinal, se vamos gastar um bom pedaço do nosso dia trabalhando, precisamos escolher uma atividade (profissão) e local de trabalho que vão nos deixar satisfeitos e realizados, certo?

Sabendo disso, a GVT entrou em contato conosco para compartilhar a sua alegria com o resultado da pesquisa realizada pelo Instituto Great Place to Work (GPTW), em parceria com a Revista Época, que a colocou entre as 48 melhores empresas do país para se trabalhar. São 13 posições acima da mesma pesquisa realizada no ano passado, o que mostra o empenho deles em promover um bom ambiente para a sua equipe.

“Nosso time tem vínculos muito fortes com a empresa e procuramos cultivar esse engajamento valorizando os colaboradores e cuidando do clima organizacional”, afirma o vice-presidente de Recursos Humanos da GVT, Giovane Costa.

Em sua 18ª edição, a pesquisa envolveu 1.276 companhias avaliadas segundo o índice de confiança dos funcionários com o ambiente de trabalho e as melhores práticas de gestão de pessoas.

A empresa também aparece entre as que mais contratam devido ao número absoluto de funcionários admitidos no último ano, com 7.956 admissões, e entre as empresas mais procuradas devido ao grande volume de currículos cadastrados, 116.722 em 2013. A GVT integra ainda a lista das 100 Melhores em Tecnologia da Informação que o GPTW elabora com a IT Mídia, líder em mídias de negócios no país. A lista é composta por empresas com mais de 50 funcionários e atuação na produção de hardware, software ou serviços de Tecnologia da Informação ou Telecomunicações.

3 Responses

  1. Bruno Padilha

    Interessante você ter utilizado o cenário antropológico como embasamento para a situação atual de insatisfação com o trabalho – que é quase generalizada na humanidade.

    De fato, nossa espécie evolui em forma de sociedade – e não como indivíduos – de maneira que aprendemos ao longos dos milênios que só existe satisfação e realização quando conseguimos trazer benefícios para o grupo.

    Eis a grande diferença entre o trabalho e o lazer: o trabalho é altruísta, é uma atividade onde investimos nosso tempo, energia e habilidades para beneficiar outras pessoas. Em troca do valor que geramos, somos pagos.

    Já o lazer é egoísta, porque se foca apenas em prazer individual. Surfar é gostoso, mas não ajuda a sociedade em nada. Por isso ninguém recebe para ser surfista – a menos que transforme isso em trabalho: dar aulas de surfe, aumentar a visibilidade de uma marca de equipamentos esportivos, gerar audiência para um canal de TV, etc.

    Quando nos deparamos com essa natureza social do trabalho (agregar valor para outras pessoas), nos tornamos mais aptos a escolher uma profissão e um local de trabalho que sejam coerentes com nosso propósito e nossa visão de mundo. É a mudança de paradigma que faz com que a pessoa deixe de trabalhar POR DINHEIRO, e passe a trabalhar para AJUDAR A MELHORAR O MUNDO. O dinheiro é a recompensa pelo esforço.

    Quando eu digo “Melhorar o mundo”, não estou falando só de acabar com a fome na África. Ajudar as pessoas a ganharem acesso à informação e conhecimento também é um propósito válido – e podemos imaginar que seja a missão da GVT com seus pacotes de Internet.

    A insatisfação com o trabalho muitas vezes é sintoma de uma pessoa que não conhece seu propósito de vida, e por isso sente que desperdiça seu tempo e energia no local de trabalho.

    É possível fazer o que se ama, ajudar a melhorar o mundo e ainda ser pago por isso – basta pensar, planejar e trabalhar duro por isso!

    Eu trato desse assunto nesse post http://www.brunopadilha.com/trabalhar-pra-que/ e inclusive uso também a abordagem evolutiva humana, como você fez ;)

  2. Juliano Fontes

    Nunca gostei de onde trabalho, estou revendo alguns conceitos e os caminhos da vida. Penso que ainda existe tempo para mudar!

    Quero começar a ganhar dinheiro sozinho pela internet e lendo os seus outros artigos penso em agora abrir uma limitada.

    obrigado pelas dicas